Alguns países declararam apoio à presidente Dilma Rousseff, por conta da crise política que o Brasil sofre em meio a seu segundo mandato. Bolívia, Equador, Uruguai e Venezuela já manifestaram apoio institucional ao Governo brasileiro. As informações são do G1.
O presidente da Bolívia, Evo Morales, afirmou que a direita brasileira quer dar um golpe na presidente e ainda manchar a reputação de Lula da Silva para que ele não possa mais governar o país. "A direita no Brasil quer voltar por meio de um golpe no Congresso e um golpe judicial para castigar o Partido dos Trabalhadores, o partido do companheiro Lula, e para tirar e julgar a companheira Dilma”, disse.
O presidente do Equador, Rafael Correa, alegou que a crise no Brasil é uma maneira de aplicar um "novo plano Condor" contra os governos progressistas. "Você acha que isso é casualidade? É o novo plano Condor (aplicado na década dos 70 pelas ditaduras militares do Cone Sul para coordenar o extermínio de opositores) contra os governos progressistas", declarou.
A chancelaria do Uruguai demonstrou respaldo à presidente Dilma. "Fiel defensor do princípio de não intervenção nos assuntos internos de outros Estados, mas ao mesmo tempo respeitoso do Estado de Direito e dos valores democráticos, o Uruguai confia que as diferenças internas existentes no Brasil serão resolvidas no marco do regime democrático", ressaltou.
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, também compartilha da opinião que a crise política brasileira faz parte de um golpe de estado midiático e judicial. "Há um golpe de estado midiático e judicial contra a presidente Dilma Rousseff e contra Lula da Silva, líder do Brasil e da nossa América”, afirmou.
Imagem: SEC
Presidente Dilma Rousseff
Presidente Dilma RousseffO presidente da Bolívia, Evo Morales, afirmou que a direita brasileira quer dar um golpe na presidente e ainda manchar a reputação de Lula da Silva para que ele não possa mais governar o país. "A direita no Brasil quer voltar por meio de um golpe no Congresso e um golpe judicial para castigar o Partido dos Trabalhadores, o partido do companheiro Lula, e para tirar e julgar a companheira Dilma”, disse.
O presidente do Equador, Rafael Correa, alegou que a crise no Brasil é uma maneira de aplicar um "novo plano Condor" contra os governos progressistas. "Você acha que isso é casualidade? É o novo plano Condor (aplicado na década dos 70 pelas ditaduras militares do Cone Sul para coordenar o extermínio de opositores) contra os governos progressistas", declarou.
A chancelaria do Uruguai demonstrou respaldo à presidente Dilma. "Fiel defensor do princípio de não intervenção nos assuntos internos de outros Estados, mas ao mesmo tempo respeitoso do Estado de Direito e dos valores democráticos, o Uruguai confia que as diferenças internas existentes no Brasil serão resolvidas no marco do regime democrático", ressaltou.
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, também compartilha da opinião que a crise política brasileira faz parte de um golpe de estado midiático e judicial. "Há um golpe de estado midiático e judicial contra a presidente Dilma Rousseff e contra Lula da Silva, líder do Brasil e da nossa América”, afirmou.
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