O principal suspeito de provocar os atentados em Paris, Salah Abdeslam, afirmou nesta quinta-feira (24) por meio do advogado de defesa Sven Mary, que não sabia dos ataques terroristas em Bruxelas, na Bélgica, na última terça-feira (22). Abdeslam foi preso na sexta-feira (18) em Bruxelas e encontra-se detido em uma prisão de segurança máxima.
De acordo com o G1, a defesa de Salah ainda revelou que o investigado não vai colaborar com as autoridades belgas até a audiência oficial, prevista para o dia 07 de abril, e quer ser extraditado para a França. "Salah Abdeslam disse-me que quer ir para França o mais rapidamente possível. Vou pedir ao magistrado da investigação que não se oponha à sua partida", declarou o advogado.
Um dos suspeitos de participar das explosões foi preso ontem (23), porém não teve a identidade revelada. A procuradoria do país apenas reiterou que não se trata do jihadista Najim Laachraoui, também suspeito de envolvimento nos ataques na capital da França, que aconteceu em novembro do ano passado e deixou 130 mortos e mais de 200 feridos.
Os atentados na capital belga aconteceram por volta das 8h15 (4h15 de Brasília) de terça, através de explosões, sendo duas no Aeroporto Internacional de Zaventem e uma na estação de metrô de Maelbeek. Segundo a ministra da Saúde belga, Maggie de Block, no mínimo 40 pessoas foram mortas e mais de 210 ficaram feridas. O país está em alerta máxima de segurança por receio de outros atentados.
Em comunicado oficial divulgado ainda na tarde de quarta-feira, o grupo radical ‘Estado Islâmico’ assumiu a autoria das explosões e ressaltaram que mais ataques estão por vir nos “Estados aliados contra o EI”, segundo a BBC.
De acordo com o G1, a defesa de Salah ainda revelou que o investigado não vai colaborar com as autoridades belgas até a audiência oficial, prevista para o dia 07 de abril, e quer ser extraditado para a França. "Salah Abdeslam disse-me que quer ir para França o mais rapidamente possível. Vou pedir ao magistrado da investigação que não se oponha à sua partida", declarou o advogado.
Um dos suspeitos de participar das explosões foi preso ontem (23), porém não teve a identidade revelada. A procuradoria do país apenas reiterou que não se trata do jihadista Najim Laachraoui, também suspeito de envolvimento nos ataques na capital da França, que aconteceu em novembro do ano passado e deixou 130 mortos e mais de 200 feridos.
Os atentados na capital belga aconteceram por volta das 8h15 (4h15 de Brasília) de terça, através de explosões, sendo duas no Aeroporto Internacional de Zaventem e uma na estação de metrô de Maelbeek. Segundo a ministra da Saúde belga, Maggie de Block, no mínimo 40 pessoas foram mortas e mais de 210 ficaram feridas. O país está em alerta máxima de segurança por receio de outros atentados.
Em comunicado oficial divulgado ainda na tarde de quarta-feira, o grupo radical ‘Estado Islâmico’ assumiu a autoria das explosões e ressaltaram que mais ataques estão por vir nos “Estados aliados contra o EI”, segundo a BBC.
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