Há cerca de dez dias o estudante de Medicina Veterinária Ageu Alves sofre com a morte do seu companheiro de quatro patas, o cachorro Bob. O animal foi submetido a eutanásia no dia 15 de de julho, após ter a mandíbula ferida por um disparo de arma de fogo. O caso aconteceu na cidade de Timon, e o suspeito do crime é apontado como um policial militar aposentado, que não teve a identidade revelada.
Diante da crueldade da ação, um amigo do tutor de Bob, Gutemberg Santos, resolveu iniciar uma campanha nas redes sociais em que pede uma resposta das autoridades ao crime cometido contra o animal, que nas palavras dele, era “brincalhão”.
Em tom de revolta, Gutemberg contou que o acusado atirou contra o cachorro sem motivo algum, apenas pelo fato de o animal passar na frente do sítio em que o policial passa os finais de semana. “Um policial que por ver o cachorro passando na frente de sua casa, atirou no cachorro. Ele não tinha nenhum motivo. Foi num sítio, ele não tem galinha, ele não cria nenhum tipo de animal onde o cachorro pudesse querer correr atrás, fazer algum mal ao animal que ele pudesse ter ali”, afirmou o amigo do tutor.
No relato, ele também relembrou que Bob já tinha sido alvo deste ato de crueldade cometido pelo mesmo suspeito. Pois há um mês o cachorro foi atingido de raspão na cabeça por um tiro efetuado pelo policial aposentado.
Desta vez, Bob foi ferido na boca, e teve a mandíbula quebrada por conta do disparo de arma de fogo. Isso fez com que o animal sentisse extrema dor e ficasse impossibilitado até de comer. Mesmo sendo levado para atendimento veterinário, a recomendação foi a eutanásia, visto as poucas chances de recuperação e extremo sofrimento do cachorro.
O caso foi denunciado à Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA) de Teresina e ao 2º Distrito de Polícia Civil de Timon .