Nos últimos de anos os preços dos alimentos e bebidas dispararam e mexeram com o bolso do consumidor. De acordo com o IBGE os alimentos tiveram aumento de 129%. Alguns alimentos que costumam estar na mesa dos brasileiros chegou a subir 300%, como é o caso da cebola, que ficou 438,99% mais cara desde 2007.
Em seguida vem a batata-inglesa 393,76%, tangerina 390,95%, mandioca (aipim) 372,87%, abóbora 337,02%, cenoura 336,36%, repolho 290,14%, pimentão 275,90%, polpa de açaí 270,33% e por fim o mamão 266,64%.
Segundo a coordenadora de índice de preços do IBGE, Eulina Nunes, as mudanças climáticas no mundo contribuíram para elevação dos preços. “[A alta de alimentos ocorreu] principalmente por problemas climáticos, não só no país, como no mundo todo. E isso aliado também porque, e hoje está vendo contenção da demanda, a demanda cresceu muito, principalmente com os países emergentes, como Índia, China. E a renda do país [Brasil] que aumentou nesse período. Então, houve uma demanda muito mais forte sobre os alimentos”, disse.
Alimentação fora de casa
Nesta sexta-feira (6), o IBGE também divulgou que para se alimentar fora de casa o consumidor também está gastando mais, embora o aumento tenha sido em velocidade menor entre o mês de março e abril.
"Alimentação, embora tenha ficado um pouco abaixo [do mês anterior, quando ficou 1,24%], continua apresentando preços elevados, taxa relativamente alta com 1,09%. E é um grupo que responde por um quarto das despesas das famílias”, afirmou Eulina.
Em seguida vem a batata-inglesa 393,76%, tangerina 390,95%, mandioca (aipim) 372,87%, abóbora 337,02%, cenoura 336,36%, repolho 290,14%, pimentão 275,90%, polpa de açaí 270,33% e por fim o mamão 266,64%.
Imagem: Wellington Rocha
Alimentos têm aumento de 129% nos últimos dez anos
Enquanto a inflação oficial, que é medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), ficou em 77,4%, mais caros nos lares brasileiros, o IBGE percebeu que os alimentos e bebidas subiram 129%, acima da inflação.
Alimentos têm aumento de 129% nos últimos dez anosSegundo a coordenadora de índice de preços do IBGE, Eulina Nunes, as mudanças climáticas no mundo contribuíram para elevação dos preços. “[A alta de alimentos ocorreu] principalmente por problemas climáticos, não só no país, como no mundo todo. E isso aliado também porque, e hoje está vendo contenção da demanda, a demanda cresceu muito, principalmente com os países emergentes, como Índia, China. E a renda do país [Brasil] que aumentou nesse período. Então, houve uma demanda muito mais forte sobre os alimentos”, disse.
Alimentação fora de casa
Nesta sexta-feira (6), o IBGE também divulgou que para se alimentar fora de casa o consumidor também está gastando mais, embora o aumento tenha sido em velocidade menor entre o mês de março e abril.
"Alimentação, embora tenha ficado um pouco abaixo [do mês anterior, quando ficou 1,24%], continua apresentando preços elevados, taxa relativamente alta com 1,09%. E é um grupo que responde por um quarto das despesas das famílias”, afirmou Eulina.
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