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Fábio Novo responde Joice Hasselmann: "muito ódio para uma alma só"

Ao GP1, Fábio Novo disse que a parlamentar deu uma declaração sem conhecer seu trabalho e destacou que Teresina o adotou na última eleição em 2018, quando foi eleito deputado estadual.

Davi Fernandes
Teresina
Germana Chaves
Teresina
- atualizado

O deputado estadual e pré-candidato à Prefeitura de Teresina pelo Partido dos Trabalhadores (PT), Fábio Novo, respondeu as críticas feitas pela deputada federal Joice Hasselmann (PSL-SP), que, durante uma entrevista coletiva nesta quarta-feira (15), o chamou de “Zé ninguém”, se referindo a sua tímida aparição nas pesquisas de intenção de voto na disputa pelo Palácio da Cidade.

Ao GP1, Fábio Novo respondeu que a parlamentar paulista deu uma declaração sem conhecer seu trabalho, e destacou que Teresina o adotou na última eleição em 2018, quando foi eleito deputado estadual com 7 mil votos somente na Capital.

  • Foto: Lucas Dias/GP1Fábio NovoFábio Novo

“É muito ódio para uma alma só. Ela não me conhece, não sabe nada do meu trabalho. Teresina me conhece, me adotou, me formou e na última eleição para deputado estadual meu deu 7 mil votos. Tudo isso foi fruto de um trabalho, e esse trabalho pode ser visto em vários lugares da cidade. Desejo que ela se cure do ódio e cultive amor no coração. Se tiver oportunidade, vou oferecer um girassol para ela na esperança de dias melhores e muita luz”, disse.

Descartou aliança com o PT

A declaração da deputada federal e vice-presidente do PSL Nacional, Joice Hasselmann, foi feita quando a questionaram com quem o PSL se aliaria, caso na disputa pela Prefeitura de Teresina restassem apenas o PSDB de Firmino Filho e outro partido ligado diretamente ao Governo Wellington Dias, que é filiado ao PT.

  • Foto: Lucas Dias/GP1Joice HasselmannJoice Hasselmann

“Se houver uma polarização PSDB e PT, o PSL jamais vai se aliar ao PT. Sabemos o que o PT fez contra o Brasil e o que representa essa simbologia de ideal de esquerda. Jamais poderemos abraçar um partido de esquerda, que de liberal não tem nada, que gosta de um estado inchado, que é muito caro. Além disso, soube que o pré-candidato do PT [Fábio Novo] está micro nas pesquisas, e isso quer dizer que ele é um famoso “Zé ninguém. O PSL é o oposto disso, quer um estado eficiente, muito barato, muito leve. Se a polarização for entre o PT e PSDB, teríamos que ficar ao lado do PSDB”, destacou.

Candidatura

A deputada federal, que está colocada como pré-candidata à Prefeitura de São Paulo, afirmou ainda que o PSL não definiu quem vai apoiar nas eleições de Teresina, embora a legenda já esteja na base do prefeito Firmino Filho.

“Isso não está definido ainda, estamos conversando, o próprio presidente municipal, Daniel França, teve uma rodada de conversas com todos os candidatos. Agora sou eu quem está conversando com todos esses candidatos, pois o que queremos é saber as propostas. Não queremos apoiar um candidato que prometa maquetes. Chega de maquete em Teresina, queremos ação”, afirmou ela.

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