Especulações recentes apontaram que os nomes da base governista para o Senado, atualmente definidos como Marcelo Castro (MDB) e Júlio César (PSD), poderiam ser alterados diante de um eventual movimento do PT, ligado ao ministro Wellington Dias , para emplacar um nome de sua escolha na disputa.

Contudo, o GP1 apurou que, até o momento, nenhuma instância do partido pretende modificar a composição já estabelecida: o vice de Rafael Fonteles pelo PT e os candidatos ao Senado indicados pelos partidos da base.

Foto: GP1
Marcelo Castro e Júlio César aparam arestas após declaração sobre Ciro Nogueira

Segundo fontes, o tema chegou a ser debatido em uma reunião interna. Na ocasião, o governador foi unânime ao reafirmar seu apoio aos nomes já anunciados para o Senado e à manutenção de Washington Bandeira como candidato a vice. Durante o encontro, Fonteles destacou que confia plenamente nas candidaturas de Marcelo Castro e Júlio César e se mostrou seguro quanto à consolidação da chapa.

Confirmação

O deputado estadual Francisco Limma (PT) afirmou que o Partido dos Trabalhadores não deve indicar, ao menos neste momento, um nome próprio para disputar uma vaga ao Senado nas eleições de 2026. A declaração foi dada após o GP1 apurar movimentações internas de petistas ligados ao ministro Wellington Dias sobre a possibilidade de lançamento de um candidato da sigla.

De acordo com as articulações discutidas nos bastidores, a estratégia cogitada seria manter o MDB com a indicação da vaga de vice na chapa de Rafael Fonteles, enquanto o PT passaria a disputar uma das cadeiras ao Senado. Questionado pelo GP1 , Francisco Limma ponderou que o cenário ainda está em aberto, mas ressaltou que, até agora, a posição oficial do partido permanece inalterada.

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