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Teresina - Piauí

Polícia prende em Teresina suspeito de matar prefeito no Pará

As prisões aconteceram em uma residência, no bairro Ininga, zona leste de Teresina.

Dois homens, um deles identificado como Agnaldo Peixoto de Alencar, foram presos por volta do meio dia desta sexta-feira (9), suspeitos de terem participação direta com a morte do ex-prefeito de Goianésia do Pará, João Gomes da Silva, natural da cidade de Barras e mais conhecido como “Russo”. Além do prefeito, os dois estão sendo acusados também de matar um secretário e vereador da mesma cidade. As prisões aconteceram em uma residência, no bairro Ininga, zona leste de Teresina.

  • Foto: Marcelo Cardoso/GP1 Emerson Almeida Emerson Almeida

Os suspeitos foram presos durante cumprimento a mandados de prisões. A ação policial aconteceu após monitoramento da equipe da Delegacia de Homicídios, quando ficou conhecido que a dupla deveria passar pelo Piauí. “Foi um trabalhando em conjunto que havia sido realizado com as Polícias Civil do Piauí e do Pará. Então hoje (9) por volta de meio dia, nós recebemos a informação que esses indivíduos estariam em uma residência na zona leste. De posse disso, nós fomos até o local e constatamos que eles estavam de fato nessa residência. Demos voz de prisão e conduzimos os indivíduos para cá”, afirmou o coordenador de investigação da Delegacia de Homicídios, Emerson Almeida.

Um dos presos foi identificado por Agnaldo Peixoto de Alencar, mas a Polícia Civil suspeita que esse nome é falso e que, de fato, o nome dele é Benedito Bentes Campelo. Policiais Civis estão checando o uso falso de documento. “Ele responde processo com esses dois nomes”, disse Emerson Almeida. Todos foram conduzidos para a Central de Flagrantes e posteriormente devem ser encaminhados para o Pará, onde devem responder pela morte do prefeito. “Eles são responsáveis pela morte de um secretário do município e de um vereador também. A mesma quadrilha que executou o prefeito teria executado essas outras duas pessoas”, acrescentou o coordenador de investigação da Delegacia de Homicídios.

O assassinato do prefeito aconteceu em janeiro deste ano e as outras duas mortes aconteceram anteriormente. Até o momento, a Polícia Civil não encontrou nenhuma arma de fogo com a dupla. “Até agora estamos fazendo perícia no veículo para tentar localizar alguma arma, mas até o momento não, e na residência [que eles foram presos] também não havia nenhuma arma”, pontuou Emerson Almeida.

  • Foto: Marcelo Cardoso/GP1 Carro apreendido pela Polícia Carro apreendido pela Polícia

A Polícia Civil não deu informações acerca do nome da outra pessoa presa. Logo após a prisão, o segundo suspeito foi solto, pois a polícia considerou que ele não possui ligação com o crime e adiantou que não pode entrar em mais detalhes porque ainda existem outros dois indivíduos foragidos, o que pode atrapalhar a investigação.

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