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Teresina - Piauí

Quatro presos fogem da Casa de Custódia em Teresina

De acordo com o diretor jurídico do Sindicato dos Agentes Penitenciários (Sinpoljuspi), Vilobaldo Carvalho, os detentos conseguiram sair sem chamar atenção da guarda.

Mais uma fuga foi registrada no sistema penitenciário do Piauí. Dessa vez, quatro presos conseguiram escapar da Casa de Custódia de Teresina, durante a madrugada desta quinta-feira (02), após serrarem as grades das celas 19 e 15 do pavilhão H.

  • Foto: Lucas Dias/GP1Casa de Custódia de TeresinaCasa de Custódia de Teresina

De acordo com o diretor jurídico do Sindicato dos Agentes Penitenciários (Sinpoljuspi), Vilobaldo Carvalho, os detentos conseguiram sair pelo teto da Casa de Custódia, sem chamar atenção da guarda. “Eles serraram a cela, fizeram uma Teresa (corda feita com lençóis), escalaram até chegar na tela, por cima, e fugiram. Há informações de que viram um carro, uma Saveiro, nas proximidades da Casa de Custódia, mas não dá pra saber se esse carro foi utilizado para dar apoio [na fuga]” comentou.

Entre os presos, três são de outros estados. Eles foram identificados como Carlos Sousa Silva, da Bahia, [preso por tráfico de entorpecentes], Anderson Teodo Sousa, do Paraná [assalto], Vilmar Pedro Oliveira, do Paraná [preso por assalto] e Leônidas da Silva Gomes, de Teresina [preso por tráfico de entorpecentes].

Outros casos

No último sábado (25), outra fuga foi registrada na Penitenciária Irmão Guido, quando 26 presos saíram do sistema. Segundo o presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários (Sinpoljuspi), Zé Roberto, os detentos fugiram por meio de um buraco, no pavilhão C e, logo que foi constatada a fuga, equipes de segurança prisional iniciaram as buscas aos detentos e conseguiram recapturar cinco presos, entre eles Alan, um dos irmãos gêmeos que se encontrava preso na cela 11, do pavilhão C.

De acordo com Vilobaldo Carvalho, são 13 guaritas e 8 pavilhões, no entanto, apenas três policiais militares se revezam para fazer o monitoramento, o que para o diretor jurídico do Sinpoljuspi é insuficiente.

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