O juiz de direito Luiz de Moura Correia, da Central de Inquéritos, negou o pedido de liberdade provisória de Júlio Pereira dos Santos, acusado de matar a companheira Solange Maria de Resende, estrangulada com um fio elétrico, no mês de maio deste ano, em Teresina. A decisão é do dia 29 de junho de 2017.
A defesa alegou que "não existem motivos para a manutenção da prisão preventiva", afirmando que "o acusado tem residência fixa, bons antecedentes e é primário na forma da lei e que inexistem fatos concretos que demonstrem que o acusado poderá comprometer a instrução criminal ou o andamento do processo".
No entanto, na decisão, o juiz afirma que “consta dos autos que o acusado asfixiou a vítima, sua companheira, com um fio envolto no pescoço” e que “as circunstâncias da ação delituosa denotam frieza e periculosidade ofensivas à ordem pública”.
O magistrado determinou ainda a intimação do coordenador do Instituto de Medicina Legal (IML) com urgência, a fim de que encaminhe ao juízo, no prazo de cinco dias, o laudo cadavérico e exame pericial do local de crime.
Relembre o caso
Júlio Pereira dos Santos Júnior, de 34 anos, foi preso no dia 07 de maio, acusado de matar a companheira Solange Maria de Resende. O crime aconteceu na residência do casal, localizada no bairro Árvores Verdes, zona norte de Teresina. Solange foi morta estrangulada com um fio elétrico.
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