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Teresina - Piauí

Rede Feminina pede celeridade no atendimento ao câncer pelo SUS

Para a Presidente da Rede Feminina de Combate ao câncer, Carmem Campelo é preciso falar sobre a regularização cadastral de atendimento para mulheres que não tem como custear o tratamento de c

Lucas Dias/GP1 1 / 7 Carmem Campelo, Presidente da Rede Feminina de Combate ao Câncer Carmem Campelo, Presidente da Rede Feminina de Combate ao Câncer
Lucas Dias/GP1 2 / 7 Vereadora Graça Amorim Vereadora Graça Amorim
Lucas Dias/GP1 3 / 7 Rede Feminina de Combate ao Câncer Rede Feminina de Combate ao Câncer
Lucas Dias/GP1 4 / 7 Reunião da Rede Feminina de Combate ao Câncer na Câmara Municipal de Teresina Reunião da Rede Feminina de Combate ao Câncer na Câmara Municipal de Teresina
Lucas Dias/GP1 5 / 7 Autoridades na reunião da Rede Feminina de Combate ao Câncer Autoridades na reunião da Rede Feminina de Combate ao Câncer
Lucas Dias/GP1 6 / 7 Marilene Dutra, voluntária do programa Preciso Viver Marilene Dutra, voluntária do programa Preciso Viver
Lucas Dias/GP1 7 / 7 Campanha Rede Feminina de Combate ao Câncer na Câmara Municipal de Teresina Campanha Rede Feminina de Combate ao Câncer na Câmara Municipal de Teresina

A Rede Feminina Nacional de Combate ao Câncer realizou campanha na manhã desta terça-feira (10), no prédio da Câmara Municipal de Teresina (CMT). A iniciativa denominada “Preciso Viver”, acontece pela primeira vez este ano e pede a atualização do cadastro do SUS para pacientes mulheres que precisam de atendimento oncológico.

Para a presidente da Rede Feminina de Combate ao câncer, Carmem Campelo, é preciso falar sobre a regularização cadastral de atendimento para mulheres que não tem como custear o tratamento de câncer.

“O Ministério da Saúde chegou a informar que isso não estava em pauta. O problema é que essas pacientes são podem esperar, devido a agressividade com que o câncer se espalha. Estamos mobilizando a sociedade para que o poder público seja pressionado a dar maior celeridade a todo o processo. A estimativa do Inca é de que 7.000 novos casos devem ser diagnosticados só aqui no Piauí, isso é alarmante”, relatou.

O problema causa a sensibilidade também das pessoas que lidam diretamente com pacientes diagnosticados, como é o caso de Marilene Dutra, voluntária do programa Preciso Viver. “O paciente oncológico precisa ser atendido com rapidez, infelizmente minha mãe não teve essa oportunidade. Minha mãe tinha câncer no pâncreas, não sentia os sintomas e morreu após dois meses de diagnóstico, por isso eu me tornei voluntária”, relatou.

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