A Fundação Municipal de Saúde (FMS) iniciou, na manhã desta quarta-feira (16), a instalação de armadilhas para o mosquito Aedes aegypti, transmissor de doenças como dengue, chikungunya e zika.
Conhecidos como ovitrampas, esses dispositivos simulam o ambiente ideal para a postura de ovos do mosquito, utilizando água parada e palhetas de eucatex. O objetivo é monitorar a presença do vetor e identificar áreas com maior risco de infestação.
De acordo com a FMS, as armadilhas serão instaladas inicialmente em residências previamente selecionadas nas zonas leste e norte de Teresina, dentro de um raio de aproximadamente 300 metros.
As ovitrampas são colocadas uma vez por mês e permanecem nas casas por um período de cinco a sete dias. Após esse prazo, agentes de combate às endemias recolhem as palhetas, que são encaminhadas ao laboratório para análise. O material permite identificar a quantidade de ovos depositados e avaliar a densidade do mosquito nas regiões monitoradas.
Caroline Vitorino
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