Agricultores familiares de três assentamentos da reforma agrária do município de Miguel Alves foram contemplados com casas e títulos definitivos de terra, entregues pelo Incra. O deputado federal Dr. Francisco participou dos eventos de entrega de 13 casas no Assentamento Laginha Apolinário e de 54 títulos definitivos de terra no Assentamento Todos os Santos. Dez famílias do Assentamento Vida Nova também receberam novas moradias. As solenidades foram realizadas pelo superintendente do Incra no Piauí, Lailson Guedes.
Estiveram presentes nas solenidades representantes das associações de cada localidade, a presidente do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais, Kátia Lima, a deputada Elisângela Moura, os deputados Limma e Dr. Vinicius, o prefeito Vein da Fetraf e o vice-prefeito Adail Júnior.
A agricultora Balbina Ramos, de 70 anos, ficou emocionada ao lembrar a luta pela terra e pela casa onde agora vai morar. “Fomos despejados pelos donos da terra onde morávamos, que chegaram a tocar fogo em nossas coisas. Viemos para barraquinhas de palha, trabalhar e lutar para conseguir essa terra, essas casas que o Incra comprou para nós. Estou muito satisfeita com minha casinha”, afirmou.
“Este é um povo lutador, persistente, que vive exclusivamente do cultivo da agricultura familiar. Sou muito feliz por esta comunidade ter conquistado essas unidades habitacionais”, afirmou Kátia Lima.
O superintendente Lailson parabenizou as famílias e agradeceu ao deputado Dr. Francisco pelo apoio, “que tem ajudado a destravar os recursos em Brasília”.
“Aqui podemos ver muitas famílias vivendo, trabalhando e produzindo para garantir o seu sustento. E aqui a reforma agrária chegou. O presidente Lula garante a propriedade da terra, recursos para a produção e condições para que as pessoas possam morar em uma residência digna. Só um governo que conhece a realidade, que tem sensibilidade e quer ajudar os que mais precisam é que faz verdadeiramente essas transformações”, disse o deputado Dr. Francisco.
O líder Wagner Silva destacou a luta histórica do povo pela terra e a conquista do título definitivo. “Vão fazer bom uso da terra para sustentar suas famílias e permanecer na zona rural, sem precisar ir para os grandes centros e sofrer nas periferias das cidades”, completou.
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