O delegado Paulo Nogueira, presidente do inquérito que apura a morte da universitária Fernanda Lages, passará todo o final de semana analisando relatórios, laudos e outros documentos - já anexados aos autos - que poderão lhe auxiliar na formação de sua convicção sobre a autoria do delito, como também para lhe ajudar na formação de uma linha investigativa na fase final da apuração.
Paulo Nogueira irá analisar um relatório com 1.750 páginas que lhe foi entregue ontem pelo delegado Alessandro Barreto, chefe do Núcleo de Investigação - NI, da Polícia Civil, relacionado a quebra de sigilo telefônico (fixo e móveis) da vítima, algumas amigas ou amigos mais próximos e de algumas pessoas tidas como suspeitas de envolvimento no fato, cujas ligações foram realizadas nos últimos 90 dias que antecederam a data do crime.
O delegado também irá analisar cerca de 3.500 e-mails e mensagens de redes sociais de pessoas também ligadas à vítima, da própria Fernanda ou suspeitas. Ele (delegado) também analisará imagens de quatro câmeras que teriam captado o trajeto que Fernanda Lages fez entre o bar Pernambuco, na avenida Miguel Rosa, na zona Norte de Teresina e o prédio em que foi encontrada morta, na avenida João XXIII, na zona Leste de Teresina. Essas imagens deverão esclarecer se existiu ou não algum veículo seguindo a vítima durante o trajeto.
Já ao falar sobre o trabalho, o delegado geral da Polícia Civil, James Guerra afirmou que durante o final de semana - além desse trabalho - o delegado Paulo Nogueira deverá proceder acareações entre os vigias presos. "Tenho convicção de que essas prisões colaborem, mas não estamos fundamentados só nelas. Temos laudos, temos provas e eles tem que explicar porque a polícia está convencida de que o que foi dito não corresponde com a realidade", declarou o delegado James Guerra. Com informações do Diário do Povo
Paulo Nogueira irá analisar um relatório com 1.750 páginas que lhe foi entregue ontem pelo delegado Alessandro Barreto, chefe do Núcleo de Investigação - NI, da Polícia Civil, relacionado a quebra de sigilo telefônico (fixo e móveis) da vítima, algumas amigas ou amigos mais próximos e de algumas pessoas tidas como suspeitas de envolvimento no fato, cujas ligações foram realizadas nos últimos 90 dias que antecederam a data do crime.
O delegado também irá analisar cerca de 3.500 e-mails e mensagens de redes sociais de pessoas também ligadas à vítima, da própria Fernanda ou suspeitas. Ele (delegado) também analisará imagens de quatro câmeras que teriam captado o trajeto que Fernanda Lages fez entre o bar Pernambuco, na avenida Miguel Rosa, na zona Norte de Teresina e o prédio em que foi encontrada morta, na avenida João XXIII, na zona Leste de Teresina. Essas imagens deverão esclarecer se existiu ou não algum veículo seguindo a vítima durante o trajeto.
Já ao falar sobre o trabalho, o delegado geral da Polícia Civil, James Guerra afirmou que durante o final de semana - além desse trabalho - o delegado Paulo Nogueira deverá proceder acareações entre os vigias presos. "Tenho convicção de que essas prisões colaborem, mas não estamos fundamentados só nelas. Temos laudos, temos provas e eles tem que explicar porque a polícia está convencida de que o que foi dito não corresponde com a realidade", declarou o delegado James Guerra. Com informações do Diário do Povo

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