O Grupo Matizes, entidade que luta pelos direitos das lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros em Teresina, pretende realizar no mês de novembro um grande evento com oficialização de casamentos civis entre pessoas do mesmo sexo. A iniciativa tomou força após a decisão favorável do Supremo Tribunal de Justiça (STJ) em autorizar o matrimônio de um casal de gaúchas que vivem juntas há cinco anos.
“O reconhecimento do STJ abre precedente para que os tribunais de cada estado - ou até mesmo cartórios - adotem posição semelhante. Diante disto, queremos promover uma festa com direito a cerimônia de casamento ainda em 2011”, afirma Marinalva Santana, militante do Grupo Matizes.
A entidade já está organizando o evento que deve acontecer no dia 19 de novembro, em local a ser confirmado. A festa "Dê Bandeira: viva seu amor sem medo!" teve sua primeira edição em 2008 e desde então vem se tornando uma tradição na capital piauiense.
De acordo com Marinalva Santana, alguns casais já sinalizaram ao Grupo Matizes interesse em entrar com o pedido oficial de casamento, mas ainda não há nenhum enlace confirmado.
Para maiores informações a entidade, situada na Rua Lizandro Nogueira, nº 1223, sala 307, no centro de Teresina, disponibiliza os telefones de contato: 9991-3782 e 8816-8121.
União estável é diferente de casamento civil
Em maio deste ano, o Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu a união estável entre casais do mesmo sexo como entidade familiar, assegurando assim direitos como pensão e herança. No entanto, este reconhecimento não interfere no estado civil do casal que continua como solteiro.
Por outro lado, ao oficializar o casamento civil, além de legalizar solenemente a união entre duas pessoas, elas também mudam seu estado civil para casado, dentre outras características que o diferencia da união estável. Os casais homossexuais no Brasil, oficialmente, ainda não possuem o direito ao casamento civil.
Em Teresina, após a decisão do STF, o Grupo Matizes e a Liga Brasileira de Lésbicas realizaram uma solenidade de registro coletivo de união estável entre pessoas do mesmo sexo em praça pública.
“O reconhecimento do STJ abre precedente para que os tribunais de cada estado - ou até mesmo cartórios - adotem posição semelhante. Diante disto, queremos promover uma festa com direito a cerimônia de casamento ainda em 2011”, afirma Marinalva Santana, militante do Grupo Matizes.
A entidade já está organizando o evento que deve acontecer no dia 19 de novembro, em local a ser confirmado. A festa "Dê Bandeira: viva seu amor sem medo!" teve sua primeira edição em 2008 e desde então vem se tornando uma tradição na capital piauiense.
De acordo com Marinalva Santana, alguns casais já sinalizaram ao Grupo Matizes interesse em entrar com o pedido oficial de casamento, mas ainda não há nenhum enlace confirmado.
Para maiores informações a entidade, situada na Rua Lizandro Nogueira, nº 1223, sala 307, no centro de Teresina, disponibiliza os telefones de contato: 9991-3782 e 8816-8121.
União estável é diferente de casamento civil
Em maio deste ano, o Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu a união estável entre casais do mesmo sexo como entidade familiar, assegurando assim direitos como pensão e herança. No entanto, este reconhecimento não interfere no estado civil do casal que continua como solteiro.
Por outro lado, ao oficializar o casamento civil, além de legalizar solenemente a união entre duas pessoas, elas também mudam seu estado civil para casado, dentre outras características que o diferencia da união estável. Os casais homossexuais no Brasil, oficialmente, ainda não possuem o direito ao casamento civil.
Em Teresina, após a decisão do STF, o Grupo Matizes e a Liga Brasileira de Lésbicas realizaram uma solenidade de registro coletivo de união estável entre pessoas do mesmo sexo em praça pública.
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