O jovem lavrador Domingos Pereira Gomes, de 26 anos, foi encontrado morto ontem (02) na chácara onde trabalhava, na localidade Santa Luz, estrada que vai para União, mas a família não sabe do paradeiro do dono do local e nem sabe como ele morreu. O rapaz não tinha pai nem mãe e era criado por uma tia, dona Damiana Goveia de Sousa, de 60 anos.
De acordo com Raila Patricia Veras, 19 anos, que também é criada por dona Damiana, elas receberam a ligação do dono da chácara informando que Domingos estava morto no IML e que era pra elas buscarem. Depois ligou novamente dizendo que era pra levar os documentos dele, ao que elas informaram que todos os documentos estavam com o lavrador na chácara. “Depois disso a gente tentou ligar diversas vezes e só dá caixa de mensagem. Ele jogou o Domingos lá como se fosse um bicho, não deu explicações pra gente nem nada”, disse Raila.
Dona Damiana explica que a família não foi informada sobre o estado de saúde do rapaz. “Ele estava no HUT e nem avisaram pra gente. Do HUT foi que o IML foi buscar o corpo dele”, disse a tia do rapaz. “A gente ficou sabendo mais ou menos de como foi porque o rapaz do IML explicou pra gente o que foi que o homem que foi deixar o corpo disse. Ele disse que viram o Domingos na cadeira deitado e achavam que estava dormindo. No dia seguinte viram que ele continuava lá na mesma posição e acharam que ele estava morto. Levaram pro HUT e lá foi confirmado. E porque que ele não avisou pra gente?”, indagou Raila.
Raila informou ainda que o primo deles que levou Damião para trabalhar na chácara também estava com o celular desligado. “Nem nosso primo e nem o dono da chácara atendem as ligações. Toda hora a gente liga, isso está errado”. A família foi à Central de Flagrantes pedir autorização para realização de laudo cadavérico. “Nós queremos resposta, queremos saber de que ele morreu”, finaliza Raila.
Pela manhã de hoje (03) a equipe do Portal GP1 entrou em contato com o IML, onde a funcionária Ambrosina Alves informou que o laudo ainda será concluído.
De acordo com Raila Patricia Veras, 19 anos, que também é criada por dona Damiana, elas receberam a ligação do dono da chácara informando que Domingos estava morto no IML e que era pra elas buscarem. Depois ligou novamente dizendo que era pra levar os documentos dele, ao que elas informaram que todos os documentos estavam com o lavrador na chácara. “Depois disso a gente tentou ligar diversas vezes e só dá caixa de mensagem. Ele jogou o Domingos lá como se fosse um bicho, não deu explicações pra gente nem nada”, disse Raila.
Imagem: Mírian Gomes/GP1
Lavrador Domingos Pereira Gomes
Lavrador Domingos Pereira GomesDona Damiana explica que a família não foi informada sobre o estado de saúde do rapaz. “Ele estava no HUT e nem avisaram pra gente. Do HUT foi que o IML foi buscar o corpo dele”, disse a tia do rapaz. “A gente ficou sabendo mais ou menos de como foi porque o rapaz do IML explicou pra gente o que foi que o homem que foi deixar o corpo disse. Ele disse que viram o Domingos na cadeira deitado e achavam que estava dormindo. No dia seguinte viram que ele continuava lá na mesma posição e acharam que ele estava morto. Levaram pro HUT e lá foi confirmado. E porque que ele não avisou pra gente?”, indagou Raila.
Raila informou ainda que o primo deles que levou Damião para trabalhar na chácara também estava com o celular desligado. “Nem nosso primo e nem o dono da chácara atendem as ligações. Toda hora a gente liga, isso está errado”. A família foi à Central de Flagrantes pedir autorização para realização de laudo cadavérico. “Nós queremos resposta, queremos saber de que ele morreu”, finaliza Raila.
Pela manhã de hoje (03) a equipe do Portal GP1 entrou em contato com o IML, onde a funcionária Ambrosina Alves informou que o laudo ainda será concluído.
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