O perito de Brasília Antônio Jorge Lunardi, que foi solicitado ao Ministério Público de Brasília pelos promotores Eliardo Cabral e Ubiraci Rocha, falou sobre seu papel nas investigações da morte da estudante Fernanda Lages. Em entrevista a tvs locais, Lunardi falou que seu papel é contribuir com as investigações realizadas pelos promotores que acompanham o caso.
Indagado sobre o que achou do inquérito produzido pela policia civil do Piauí, o perito considerou bom. “Analisei poucas peças e dentro do que vi posso dizer que todas as peças estão bem feitas. Considero que o trabalho foi bem feito, respeitando as limitações de estrutura que o Estado tem”, disse. “Essa questão de melhorar a estrutura para trabalharem é uma questão para o governo local resolver”, completou.
Antônio Jorge Lunardi informou ainda que, das 17 peças do inquérito produzido pela polícia civil do Piauí, até agora leu somente 3. “Vou levar o restante do material da qual eu ainda não tive acesso, vou realizar a análise dos próximos 14 volumes e passar aos promotores a minha avaliação, pois o meu trabalho específico não é apresentar uma conclusão do caso e sim subsidiar o trabalho do Ministério Público do Piauí”, explicou.
O perito disse que vai apresentar um dossiê sobre as análises, e falou que a perícia técnica e as provas levantadas são muito importantes, principalmente as provas testemunhais. “Minha preocupação é ter conhecimento sobre as provas testemunhais para confrontar com o restante do inquérito”. “Estamos diante de um caso de grande complexidade. A princípio não há testemunhas. Assim, fica difícil analisar e chegar a uma provável autoria do crime”, complementou o perito.
Lunardi falou da repercussão do caso Fernanda e lembrou de outro ocorrido em Brasília. “Nós somos colaboradores , e este é um caso que requer cuidados tanto do Ministério Público do Piauí quanto do de Brasília. Há dois dias já ouvi falarem sobre esses caso lá em Brasília”, disse o perito. “O caso da morte da Ana Elisabeth (morta pelo marido no caso máfia dos anões do orçamento) demorou dois anos para ser desvendado após um trabalho árduo, por isso é preciso que a sociedade piauiense tenha calma”, ponderou.
Visita ao local do crime
O perito visitou também o local do crime. “visitei o local ‘pós factum’, que já foi periciado e alterado. Eu fui lá mais para me localizar no tempo e no espaço em relação ao que estou analisando”, explicou Lunardi.
Sobre os vigias
Lunardi explicou que não é de sua pertinência opinar como perito sobre os vigias, mas emitiu seu parecer pessoal sobre as atribuições do trabalho responsabilidades dos vigias em cuidar do local. “Acho que qualquer vigia que esteja cuidando de um local onde ocorreu um fato já tem pelo próprio trabalho o dever de saber o que aconteceu no local”, opinou. “O nosso papel é de colaborador na construção das provas, as nossas conclusões serão levadas ao MP do Piauí e cabe a eles [promotores] acatar ou não nossas conclusões”, finalizou Antônio Jorge Lunardi.
Indagado sobre o que achou do inquérito produzido pela policia civil do Piauí, o perito considerou bom. “Analisei poucas peças e dentro do que vi posso dizer que todas as peças estão bem feitas. Considero que o trabalho foi bem feito, respeitando as limitações de estrutura que o Estado tem”, disse. “Essa questão de melhorar a estrutura para trabalharem é uma questão para o governo local resolver”, completou.
Antônio Jorge Lunardi informou ainda que, das 17 peças do inquérito produzido pela polícia civil do Piauí, até agora leu somente 3. “Vou levar o restante do material da qual eu ainda não tive acesso, vou realizar a análise dos próximos 14 volumes e passar aos promotores a minha avaliação, pois o meu trabalho específico não é apresentar uma conclusão do caso e sim subsidiar o trabalho do Ministério Público do Piauí”, explicou.
O perito disse que vai apresentar um dossiê sobre as análises, e falou que a perícia técnica e as provas levantadas são muito importantes, principalmente as provas testemunhais. “Minha preocupação é ter conhecimento sobre as provas testemunhais para confrontar com o restante do inquérito”. “Estamos diante de um caso de grande complexidade. A princípio não há testemunhas. Assim, fica difícil analisar e chegar a uma provável autoria do crime”, complementou o perito.
Lunardi falou da repercussão do caso Fernanda e lembrou de outro ocorrido em Brasília. “Nós somos colaboradores , e este é um caso que requer cuidados tanto do Ministério Público do Piauí quanto do de Brasília. Há dois dias já ouvi falarem sobre esses caso lá em Brasília”, disse o perito. “O caso da morte da Ana Elisabeth (morta pelo marido no caso máfia dos anões do orçamento) demorou dois anos para ser desvendado após um trabalho árduo, por isso é preciso que a sociedade piauiense tenha calma”, ponderou.
Visita ao local do crime
O perito visitou também o local do crime. “visitei o local ‘pós factum’, que já foi periciado e alterado. Eu fui lá mais para me localizar no tempo e no espaço em relação ao que estou analisando”, explicou Lunardi.
Sobre os vigias
Lunardi explicou que não é de sua pertinência opinar como perito sobre os vigias, mas emitiu seu parecer pessoal sobre as atribuições do trabalho responsabilidades dos vigias em cuidar do local. “Acho que qualquer vigia que esteja cuidando de um local onde ocorreu um fato já tem pelo próprio trabalho o dever de saber o que aconteceu no local”, opinou. “O nosso papel é de colaborador na construção das provas, as nossas conclusões serão levadas ao MP do Piauí e cabe a eles [promotores] acatar ou não nossas conclusões”, finalizou Antônio Jorge Lunardi.
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