A Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro - Firjan - apontou o Piauí como a segunda unidade da federação que mais cresceu no país entre 2000 e 2009 através da avaliação da Educação, Saúde e Geração de Emprego e Renda. A Firjan divulgou o seu Índice de Desenvolvimento Municipal (IFDM), realizado através de um estudos das informações prestadas por todos os municípios brasileiros ao governo federal. O estado do Tocantins ficou em primeiro lugar.
Segundo dados do IFDM, em termos gerais, o Piauí obteve uma variação de 33,1% no período, saltando de 0,4896 para 0,6515, pulando da 25º para a 20ª posição no ranking nacional. O Tocantins ficou com 36,7% (0,4974 para 0,6800, saltando do 23º para o 15º lugar). O pior índice de crescimento foi do Distrito Federal que avançou apenas 12,9%, entretanto, o índice já era elevado (foi de 0,6740 em 2000 para 0,7609 em 2009).
Piauí
No quesito melhoria de emprego e renda o Piauí ficou em 19º lugar. O IFDM piauiense desta variável em 2000 era de 0,4442 e pulou para 0,5375 (+21%), em 2009. Na Educação, o Estado ficou em 3º lugar em crescimento, avançando de 0,4363 para 0,6584 (+50,9%) e na Saúde, em 2º, passando dos 0,5885 no início da década para 0,7586 em 2009 (+28,9%).
Apesar do crescimento do Piauí e dos demais Estados nordestinos, que estão entre os que mais se desenvolveram no país, a Firjan afirma que para se igualar aos níveis das regiões Sudeste e Centro-Oeste – as mais desenvolvidas segundo o IFDM –, o Nordeste precisaria de mais 10 anos, com variação positiva semelhante. Para a região Norte chegar ao mesmo patamar seriam necessários 20 anos.
Ainda segundo o estudo, as regiões Norte e Nordeste possuem 40% dos municípios brasileiros mas possuem 94,4% de suas cidades na lista dos 500 piores IFDM. A Bahia aparece com mais representantes, 160 municípios, seguida por Maranhão (94), Pará (59) e Piauí (42), o que corresponde a aproximadamente 20% das cidades piauienses.
Capitais
Quando avaliadas as capitais, Teresina aparece como a 10ª melhor colocada no ranking geral em 2009, sendo a 1ª do Nordeste, com índice de 0,8376. De 2000 a 2009, a capital piauiense também ficou em 10º na variação geral, com crescimento de 2% no IDFM.
IDFM
O índice varia de 0 (mínimo) a 1 (máximo) para classificar o nível de cada localidade. Os critérios de análise estabelecem quatro categorias: baixo (de 0 a 0,4), regular (0,4001 a 0,6), moderado (de 0,6001 a 0,8) e alto (0,8001 a 1) desenvolvimento. O estudo completo pode ser visto no site da Firjan. Com informações da Firjan.
Segundo dados do IFDM, em termos gerais, o Piauí obteve uma variação de 33,1% no período, saltando de 0,4896 para 0,6515, pulando da 25º para a 20ª posição no ranking nacional. O Tocantins ficou com 36,7% (0,4974 para 0,6800, saltando do 23º para o 15º lugar). O pior índice de crescimento foi do Distrito Federal que avançou apenas 12,9%, entretanto, o índice já era elevado (foi de 0,6740 em 2000 para 0,7609 em 2009).
Piauí
No quesito melhoria de emprego e renda o Piauí ficou em 19º lugar. O IFDM piauiense desta variável em 2000 era de 0,4442 e pulou para 0,5375 (+21%), em 2009. Na Educação, o Estado ficou em 3º lugar em crescimento, avançando de 0,4363 para 0,6584 (+50,9%) e na Saúde, em 2º, passando dos 0,5885 no início da década para 0,7586 em 2009 (+28,9%).
Apesar do crescimento do Piauí e dos demais Estados nordestinos, que estão entre os que mais se desenvolveram no país, a Firjan afirma que para se igualar aos níveis das regiões Sudeste e Centro-Oeste – as mais desenvolvidas segundo o IFDM –, o Nordeste precisaria de mais 10 anos, com variação positiva semelhante. Para a região Norte chegar ao mesmo patamar seriam necessários 20 anos.
Ainda segundo o estudo, as regiões Norte e Nordeste possuem 40% dos municípios brasileiros mas possuem 94,4% de suas cidades na lista dos 500 piores IFDM. A Bahia aparece com mais representantes, 160 municípios, seguida por Maranhão (94), Pará (59) e Piauí (42), o que corresponde a aproximadamente 20% das cidades piauienses.
Capitais
Quando avaliadas as capitais, Teresina aparece como a 10ª melhor colocada no ranking geral em 2009, sendo a 1ª do Nordeste, com índice de 0,8376. De 2000 a 2009, a capital piauiense também ficou em 10º na variação geral, com crescimento de 2% no IDFM.
IDFM
O índice varia de 0 (mínimo) a 1 (máximo) para classificar o nível de cada localidade. Os critérios de análise estabelecem quatro categorias: baixo (de 0 a 0,4), regular (0,4001 a 0,6), moderado (de 0,6001 a 0,8) e alto (0,8001 a 1) desenvolvimento. O estudo completo pode ser visto no site da Firjan. Com informações da Firjan.
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