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Obras do Metrô podem ser paralisadas a qualquer momento por falta de verba

Nossa primeira reportagem trata das dificuldades enfrentadas pela Companhia para a execução das obras, causadas principalmente pela burocracia que ocasiona a demora na liberação de

A Companhia Metropolitana de Transportes Públicos- CMTP está realizando obras de reforma e construção de estações de trem para os passageiros do Metrô de Teresina. Diante desse fato, o Portal GP1 traz uma série de reportagens especiais que mostram quais obras estão sendo realizadas, quais novas estações construídas, quais problemas tem enfrentado na execução das obras e quais projetos futuros a CMTP têm em vista para que o serviço de transporte público ferroviário melhore em Teresina e contribua para o dinamismo do tráfego da capital.

Nossa primeira reportagem trata das dificuldades enfrentadas pela Companhia para a execução das obras, causadas principalmente pela burocracia que ocasiona a demora na liberação de recursos.

Imagem: Mírian Gomes/GP1Obras estão em andamento(Imagem:Mírian Gomes/GP1)Obras estão em andamento

Obras podem ser paralisadas por falta de pagamento

As obras de reforma e ampliação do Metrô de Teresina podem ser paralisadas a qualquer momento por falta de pagamento às empresas executoras das referidas obras.

De acordo com o diretor da CMTP, Antonio Sobral, a burocracia é o principal entrave para a continuidade da execução da obra. “Temos um convênio com a Caixa referente ao recurso de uma emenda parlamentar, é ela a entidade gestora dos recursos dessa emenda”, informou. “Além disso, a Caixa Econômica, antes de liberar o recurso, aguarda a liberação deste pelo Ministério das Cidades”, informou o diretor. Em suas colocações, Antonio Sobral demonstra ser um grande conhecedor do sistema metroviário de Teresina .

Imagem: Mírian Gomes/GP1Antonio Sobral, diretor da CMTP(Imagem:Mírian Gomes/GP1)Antonio Sobral, diretor da CMTP

Outro procedimento realizado pela Caixa Econômica é a realização de uma vistoria pela equipe de fiscalização que vai até as obras para vistoriá-las e, após essa etapa, liberar mais uma parte da verba da emenda.

“Então há um atraso na liberação dos recursos por parte do Ministério das Cidades. Há previsão de liberação desses recursos nesta semana no valor de 300 mil reais”, explicou Sobral. “Dos R$4,9 milhões dos recursos da emenda, aproximadamente R$160 mil já foram utilizados. Se [o recurso] sair essa semana, serão mais 300 mil reais para que continuemos em janeiro”, completou o diretor.

Perguntado se as obras haviam sido paralisadas devido à essa falta de pagamentos, o diretor disse que essa paralisação não ocorreu. “Ainda não foi, mas se a burocracia impedir essa liberação as empresas não terão como continuar”, finalizou Antonio Sobral.

Imagem: Mírian Gomes/GP1Obras em andamento(Imagem:Mírian Gomes/GP1)Obras em andamento


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