O comandante geral da Polícia Militar do Piauí, coronel Rubens Pereira, afirmou que o Estado já tem em seus quadros 815 policiais especializados no combate ao crack. Além de promover a capacitação dos agentes que trabalham diretamente no combate às drogas, a Polícia Militar comemora o fato de, no primeiro trimestre do ano, ter estourado mais de 30 bocas de fumo em Teresina e de ter realizado mais de 100 prisões relacionadas ao tráfico e consumo de entorpecentes na capital piauiense.
De acordo com Rubens Pereira, somente na última capacitação, foram atualizados 600 policiais militares. "Os policiais passam por um curso de capacitação de 16 horas junto à Acadepol. São policiais que realizam o trabalho ostensivo na capital e no interior. Eles são treinados, entre outras coisas, para reduzir a oferta da droga e a prevenção", assinala.
Nessa missão de reduzir a oferta da droga, a Polícia Militar tem lançado mão de várias frentes de trabalho. A principal delas diz respeito ao estouro de bocas de fumo, onde drogas como maconha, cocaína e crack são vendidas. "No primeiro trimestre de 2011, já estouramos 36 bocas de fumo em Teresina e mais algumas outras no interior do Estado. Esse é um passo importante no combate ao crack", destaca o comandante geral da Polícia Militar.
Além de estourar bocas de fumo, a Polícia Militar tem intensificado suas investigações para prender traficantes e pessoas envolvidas na comercialização do crack e de outras drogas. "Nos três primeiros meses desse ano, já realizamos 185 prisões. Desse total, cerca de 70% estavam relacionadas com tráfico e consumo de drogas", comenta Rubens Pereira.
Embora o Governo do Estado esteja desenvolvendo uma série de atividades no sentido de combater o crack e outras drogas, Rubens Pereira alerta que a sociedade em geral também precisa fazer a sua parte. "Não é só a Polícia Militar ou a Polícia Civil. O cidadão também precisa ter consciência e ajudar. A questão das drogas não é meramente de segurança pública, mas, sobretudo, social e de saúde. É preciso quebrar paradigmas", ressalta.
De acordo com Rubens Pereira, somente na última capacitação, foram atualizados 600 policiais militares. "Os policiais passam por um curso de capacitação de 16 horas junto à Acadepol. São policiais que realizam o trabalho ostensivo na capital e no interior. Eles são treinados, entre outras coisas, para reduzir a oferta da droga e a prevenção", assinala.
Nessa missão de reduzir a oferta da droga, a Polícia Militar tem lançado mão de várias frentes de trabalho. A principal delas diz respeito ao estouro de bocas de fumo, onde drogas como maconha, cocaína e crack são vendidas. "No primeiro trimestre de 2011, já estouramos 36 bocas de fumo em Teresina e mais algumas outras no interior do Estado. Esse é um passo importante no combate ao crack", destaca o comandante geral da Polícia Militar.
Além de estourar bocas de fumo, a Polícia Militar tem intensificado suas investigações para prender traficantes e pessoas envolvidas na comercialização do crack e de outras drogas. "Nos três primeiros meses desse ano, já realizamos 185 prisões. Desse total, cerca de 70% estavam relacionadas com tráfico e consumo de drogas", comenta Rubens Pereira.
Embora o Governo do Estado esteja desenvolvendo uma série de atividades no sentido de combater o crack e outras drogas, Rubens Pereira alerta que a sociedade em geral também precisa fazer a sua parte. "Não é só a Polícia Militar ou a Polícia Civil. O cidadão também precisa ter consciência e ajudar. A questão das drogas não é meramente de segurança pública, mas, sobretudo, social e de saúde. É preciso quebrar paradigmas", ressalta.
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