Dando continuidade à programação de comemoração da Semana do Defensor Público, foi realizado na manhã desta sexta-feira (20), no auditório do Núcleo Criminal da Defensoria Pública, o I Fórum da Escola Superior da Defensoria (Esdepi).
O objetivo do evento é promover uma maior interação entre os Núcleos Especializados da Defensoria Pública, destacando suas atuações e competências. A programação foi iniciada com a apresentação dos trabalhos desenvolvidos pelos Núcleos de Flagrantes, Direitos Humanos e Execução Penal.
O coordenador do Núcleo de Flagrante, Ulisses Guimarães, destacou a atuação do Núcleo e a forma de atendimento aos assistidos. Na sequência, o defensor Igo Castelo Branco enfatizou que o trabalho da Defensoria Pública não deve se restringir a fazer petições ou acionar o Judiciário. “Devemos trabalhar com uma visão mais ampla e diferenciada, buscando as demandas antes que elas aconteçam,” destacou.
Finalizando as discussões, o coordenador do Núcleo Criminal, Juliano Leonel, esclareceu as ações específicas do Núcleo, destacando a sua estruturação para proporcionar aos assistidos um melhor atendimento. “Estamos estruturando o Núcleo para que, em cada estabelecimento prisional tenhamos uma equipe da Defensoria Pública para atender tanto os presos da capital como do interior, dessa forma, podemos coibir muitas práticas que ferem os direitos humanos,” explicou.
O evento segue durante toda a manhã com os painéis sobre Juizados, Menor em Conflito com a Lei, Consumidor, Mulher e Menor.
O objetivo do evento é promover uma maior interação entre os Núcleos Especializados da Defensoria Pública, destacando suas atuações e competências. A programação foi iniciada com a apresentação dos trabalhos desenvolvidos pelos Núcleos de Flagrantes, Direitos Humanos e Execução Penal.
O coordenador do Núcleo de Flagrante, Ulisses Guimarães, destacou a atuação do Núcleo e a forma de atendimento aos assistidos. Na sequência, o defensor Igo Castelo Branco enfatizou que o trabalho da Defensoria Pública não deve se restringir a fazer petições ou acionar o Judiciário. “Devemos trabalhar com uma visão mais ampla e diferenciada, buscando as demandas antes que elas aconteçam,” destacou.
Finalizando as discussões, o coordenador do Núcleo Criminal, Juliano Leonel, esclareceu as ações específicas do Núcleo, destacando a sua estruturação para proporcionar aos assistidos um melhor atendimento. “Estamos estruturando o Núcleo para que, em cada estabelecimento prisional tenhamos uma equipe da Defensoria Pública para atender tanto os presos da capital como do interior, dessa forma, podemos coibir muitas práticas que ferem os direitos humanos,” explicou.
O evento segue durante toda a manhã com os painéis sobre Juizados, Menor em Conflito com a Lei, Consumidor, Mulher e Menor.
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