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Piauí é exemplo no combate à febre aftosa e campanha chega à reta final

A campanha contra a doença bovina chega a sua semana final e deve estar concluída até o próximo dia 31.

Os bons resultados obtidos pelo Piauí na campanha de combate à febre aftosa foram compartilhados com outros seis estados nordestinos em uma série de videoconferências coordenadas pelo Ministério da Agricultura. Nestes encontros virtuais, as unidades da federação trocaram informações para que a região como um todo avance de status sanitário em conjunto. A campanha contra a doença bovina chega a sua semana final e deve estar concluída até o próximo dia 31.

José Antônio Filho, diretor-geral da Agência de Defesa Agropecuária do Piauí (Adapi), explica que as videoconferências aconteceram nas últimas semanas durante todas as sextas-feiras. “Estavam reunidos todos os estados do Nordeste, exceto Sergipe e a Bahia. Lá nós discutíamos os nossos problemas e buscávamos soluções. Comparado a outros Estados, que possuíam problemas de número de técnicos, o Piauí aparecia bem, mas precisamos avançar ainda mais”, declara.

Após o incremento na campanha de combate à aftosa, o Piauí passou de área com risco desconhecido para risco médio, em 2009, e o objetivo é que o Estado se torne área livre de aftosa ainda este ano.

“Uma comissão do Ministério da Agricultura veio para nos orientar em abril, antes da primeira etapa da campanha e retorna no fim de junho para realizar uma auditoria e classificar o Estado”, pontua o diretor-geral da Adapi, que deve anunciar na próxima quarta-fera (25) uma parcial da vacinação.

A campanha contra a febre aftosa prossegue até o próximo dia 31 e tem como objetivo vacinar 1,7 milhão de cabeças de gado, em todo o Piauí. Em 2010, o Estado conseguiu atingir a meta de 93,8% do total de animais, índice considerado muito bom pelos órgãos fiscalizadores. A certificação do rebanho deve estar concluída até o dia 15 de junho. “Pelo cronograma e as metas que traçamos, estamos indo bem. Mas é preciso que todos estejam empenhados e continuem vacinando, pois todos têm a ganhar, tanto os produtores que valorizam seu rebanho e podem comercializar livremente com outros estados e o consumidor que tem a certeza de estar consumindo um produto de qualidade”, finalizou José Antônio Filho.

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