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Decisão política e ação técnica em prol da educação é tema do PAR 2011/2014

O Plano de Ações Articuladas é um importante instrumento de gestão educacional, criado pelo MEC, que visa a organizar a atuação dos entes federados no que concerne à educação do pa

Decisão política e ação técnica em prol da Educação é tema do Encontro do Plano de Ações Articuladas (PAR 2011/2014) dos municípios piauienses. O evento é realizado pelo Ministério da Educação (MEC), em parceria com a Secretaria de Estado da Educação e Cultura (Seduc), a União Nacional dos Dirigentes Municipais (Undime) e a Universidade Federal do Piauí (UFPI), de 25 a 27 de maio.

A abertura do encontro acontece nesta quarta-feira (25), no Atlantic City, às 8h30, com a presença da presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento para Educação (FNDE), Renilda Peres; do governador Wilson Martins; do secretário da Educação Átila Lira, e todos os gestores municipais dos 224 municípios piauienses.

O Plano de Ações Articuladas é um importante instrumento de gestão educacional, criado pelo MEC, que visa a organizar a atuação dos entes federados no que concerne à educação do país. “A realização do encontro com os gestores municipais é de caráter participativo e tem por objetivo promover uma discussão sobre a importância do PAR, além das orientações do novo Plano”, informa Átila Lira.

No mês de abril passado, o Sistema Integrado de Planejamento, Orçamento e Finanças (Simec), do Ministério da Educação (MEC), foi aberto para que os gestores de todo o país pudessem informar os dados das suas redes municipais ou estaduais de educação e avaliassem o Plano de Ações Articuladas.

Não existe prazo limite para estados e municípios fazerem o diagnóstico e elaborarem o PAR. “É importante destacar que os gestores tenham consciência de que todas as transferências de recursos de convênios do FNDE e do MEC e a assistência técnica para os seus municípios estão vinculadas à elaboração do PAR”, alerta Átila.

O PAR é dividido em quatro dimensões: gestão educacional; formação de professores e de profissionais de apoio escolar; práticas pedagógicas; infraestrutura física e recursos pedagógicos. O Plano do Estado e de cada município aponta as prioridades a serem trabalhadas para que a educação melhore e alcance ou ultrapasse as metas do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) estipulado pelo Ministério da Educação. “Neste primeiro momento, será a hora de refletir, fazer uma autoavaliação sobre os resultados alcançados no PAR 2008-2011 e, a partir da atual realidade, fazer um bom planejamento das ações educacionais para os próximos anos”, explica Renilda Peres de Lima, diretora de Assistência a Programa Especiais do FNDE.

Para orientar os gestores, o FNDE enviou aos estados e municípios uma cartilha com orientações sobre o preenchimento do Simec. As informações serão as bases para o diagnóstico da situação atual e a elaboração do novo PAR.

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