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Reunião do Conselho de Meio Ambiente trata de dragas e sacolas plásticas em Teresina

Ainda, na reunião, o secretário da Semam, Deocleciano Guedes, ainda lembrou que os cuidados com a fiscalização da "Lei das Sacolas Plásticas" devem ser redobrados

Na manhã dessa quarta-feira (25), o auditório do Parque Ambiental do Mocambinho serviu de local para uma reunião do Condema (Conselho Municipal de Meio Ambiente), que teve de pauta a discussão de temas como a fiscalização do trabalho das dragas no Rio Poti e a Lei nº 3.874/2009, conhecida como "Lei das Sacolas Plásticas".

O Conselho Municipal de Meio Ambiente, criado pela Lei nº 2.184, de 14 de janeiro de 1993, é uma entidade, vinculada à Prefeitura de Teresina, formada por representantes de instituições da sociedade civil e de órgãos municipais, estaduais e federais. Segundo o regimento, o Condema é presidido pelo titular da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Recursos Hídricos de Teresina.

Com a presença do secretário municipal de Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Deocleciano Guedes, da secretária executiva da Semam, Marilene Aguiar, a reunião serviu para debater questões referentes ao meio ambiente que mereçam uma maior atenção neste momento, como, por exemplo, a necessidade de se aumentar a fiscalização do trabalho das dragas, que se situam ao longo do Rio Poti.

Ainda, na reunião, o secretário da Semam, Deocleciano Guedes, ainda lembrou que os cuidados com a fiscalização da "Lei das Sacolas Plásticas" devem ser redobrados. "Tem de haver uma instituição que comprove que as sacolas utilizadas realmente são biodegradáveis", destaca. Além disso, outros pontos relevantes acabaram surgindo na oportunidade da reunião, como a proposta de criação de um plano de coleta dos resíduos sólidos na capital.

Segundo a secretária executiva da Semam, Marilene Aguiar, tal plano teria uma data de início prevista para o dia 1 de agosto desse ano e deve contar com o apoio de diversas instituições, inclusive privadas. "Com uma coleta específica, os pneus, por exemplo, poderão ser aproveitados até para a fabricação de asfalto ecológico, fazendo com que esse material não se misture ao que vai para o aterro", ressalta.

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