O “Sábado também se Concilia”, promovido pelo 8º Juizado Especial Cível e das Relações do Consumo (Renascença I), terá continuidade neste sábado, 3, a partir das 8h. Há demanda de 100 processos nessa pauta especial, informa o juiz titular Manoel Aureliano Ferreira Neto. O projeto teve início no ano passado.
Estão previstas novas rodadas de conciliações nos dias 24 deste mês, 21 de outubro e 25 de novembro – sempre sábados. Segundo o juiz, os resultados dessas edições conciliatórias são altamente produtivos, levando em conta que evitam o acúmulo de processos.
“Se pelo menos 50% das demandas resultarem em conciliações, podemos nos considerar vitoriosos, uma vez que há uma grande resistência por parte das instituições financeiras e operadoras de telefonia em firmarem o acordo amigável”, diz Manoel Aureliano Ferreira Neto.
O titular do 8º Juizado explica que a conciliação é um avanço na Justiça e uma determinação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O processo teve um grande impulso durante a presidência da ministra Ellen Gracie, mas ficou em segundo plano durante a gestão do ministro Gilmar Mandes.
O juiz esclarece que agora, na presidência do ministro Cezar Peluso, o CNJ voltou a priorizar a conciliação, com a edição da Resolução 125. Aureliano Neto enfatiza que essa é uma forma de acelerar os julgamentos, dar mais agilidade ao Judiciário e reduzir o acúmulo de demandas judiciais.
Para o movimento deste sábado, o 8º Juizado conta com o suporte da juíza Isabela Padilha e esperar encerrar os trabalhos até 15 horas.
Estão previstas novas rodadas de conciliações nos dias 24 deste mês, 21 de outubro e 25 de novembro – sempre sábados. Segundo o juiz, os resultados dessas edições conciliatórias são altamente produtivos, levando em conta que evitam o acúmulo de processos.
“Se pelo menos 50% das demandas resultarem em conciliações, podemos nos considerar vitoriosos, uma vez que há uma grande resistência por parte das instituições financeiras e operadoras de telefonia em firmarem o acordo amigável”, diz Manoel Aureliano Ferreira Neto.
O titular do 8º Juizado explica que a conciliação é um avanço na Justiça e uma determinação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O processo teve um grande impulso durante a presidência da ministra Ellen Gracie, mas ficou em segundo plano durante a gestão do ministro Gilmar Mandes.
O juiz esclarece que agora, na presidência do ministro Cezar Peluso, o CNJ voltou a priorizar a conciliação, com a edição da Resolução 125. Aureliano Neto enfatiza que essa é uma forma de acelerar os julgamentos, dar mais agilidade ao Judiciário e reduzir o acúmulo de demandas judiciais.
Para o movimento deste sábado, o 8º Juizado conta com o suporte da juíza Isabela Padilha e esperar encerrar os trabalhos até 15 horas.
Ver todos os comentários | 0 |