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Projeto de educação ambiental é lançado na zona sudeste de Teresina

Alunos do "Escolão do Itararé", participam do lançamento de projeto de educação ambiental

Imagem: SemamClique para ampliarAlunos participam de encontro(Imagem:Semam)Alunos participam de encontro
Na manhã de sábado (10), a região do grande Dirceu conquistou um trunfo a mais no âmbito da preservação da natureza. Na Escola Municipal do Parque Itararé, também conhecida como "Escolão do Itararé", foi lançado um projeto de educação ambiental que une duas instituições que defendem a conscientização como principal aliada no combate à degradação dos recursos naturais: a Ong ICA (Instituto de Ciências Ambientais) e a Semam (Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Recursos Hídricos), representando a Prefeitura de Teresina.

A ideia do projeto “Educação Ambiental na Escola Municipal do Parque Itararé” é ousado, segundo a definição da diretora executiva do ICA, Sebastiana Pereira, que planejou as ações em conjunto com o Núcleo de Educação Ambiental da Semam. “O nosso foco é o combate ao desperdício. Queremos incluir essa temática não apenas em alguns pontos, mas em todas as disciplinas as quais os estudantes têm acesso e em diversos outros momentos deles aqui”, revela.

Sebastiana conta ainda: “Nos planos desse projeto, está prevista ainda a implantação de uma horta escolar, que, além de suplementar a merenda servida na escola, ainda tem um forte potencial pedagógico. Para que tudo isso seja implementado com sucesso, pretendemos capacitar não apenas os professores, mas todos os funcionários desses centros de ensino, como porteiros e encarregados da limpeza, por exemplo.

O secretário municipal de Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Deocleciano Guedes, afirma que iniciativas desse tipo é que realmente servem para a preservação do planeta. “O importante é conscientizar de que cada um tem o seu papel e que se cada pessoa o fizer direitinho, tudo vai dar certo. Eu sempre falo que nós somente podemos corrigir o que acontece dentro das nossas casas. Não adianta falarmos que tal bairro é sujo, se nós sujamos o nosso. Antes do global, temos que pensar no local”, defende Deocleciano.

Sebastiana Pereira, que também é moradora da região, concorda e aponta uma das fortes razões do projeto piloto ter sido implantado no local. “Esta é uma grande escola do grande Dirceu, que possui grandes problemas ambientais. Esperamos que, com a ajuda da Semec (Secretaria Municipal de Educação) e de outras parcerias, possamos transformar esse projeto em um programa a ser aplicado a todos os ‘escolões’ de Teresina.”

O diretor do “Escolão”, Solisticios Ribeiro, revela que se sente muito feliz em poder implantar tal projeto no local. “Eu me sinto realizado com isso. Antigamente, quando essa escola foi criada, nem havia árvores aqui. Hoje já estamos planejando a criação de um conselho de meio ambiente aqui. Isso é muito importante”, destaca.

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