O governador Wilson Martins, o secretário do Turismo, e o procurador do Estado, Kildere Rone, se reuniram nessa segunda-feira (12), no Palácio de Karnak, com arquitetos, engenheiros, equipe de fiscalização e técnicos da Caixa Econômica Federal, envolvidos na obra do Centro de Convenções de Teresina.
Na reunião, foi confirmado o distrato do contrato com a Construtora Econ, responsável pela obra, e foram definidos prazos e procedimentos para que se possa preparar um novo edital de licitação.
Segundo o governador Wilson Martins, essa obra é uma prioridade de sua gestão e é preciso resolver as pendências existentes para que o Centro de Convenções seja concluído o mais rápido possível. "Solicitei da Procuradoria que seja feita a rescisão com a construtora, que já demonstrou não ter interesse em tocar a obra. Toda a equipe de engenheiros e arquitetos e demais empresas envolvidas nessa obra tem um prazo para compatibilizar os projetos¸ e a partir daqui, prepararmos uma nova licitação", disse.
Sílvio Leite fez uma retrospectiva de tudo que foi feito para a retomada da obra a partir de janeiro deste ano quando a Setur assumiu a construção, que estava a cargo da extinta Piemtur. "Assim que assumimos essa obra, chamamos todos os envolvidos e iniciamos uma negociação com a empresa para que ela fosse retomada. Em abril, fizemos um acordo para que a Econ contratasse 60 homens e reiniciasse os trabalhos, já que temos em conta cerca de R$ 3,6 milhões. Mas, a empresa só colocou 12 homens e a obra foi retomada em ritmo lento", disse o secretário.
Sílvio Leite disse ainda, que paralelo à fiscalização da Caixa Econômica, que é responsável pela liberação dos pagamentos, a Setur também fez uma fiscalização no canteiro de obras e detectou irregularidades entre o que foi executado e o projeto original. "A partir da fiscalização da obra, preparamos um relatório que vai embasar a portaria, que tornará público a decisão do Governo de rescindir unilateralmente o contrato com a empresa", explica.
Uma nova reunião acontecerá no início de outubro, para que os profissionais responsáveis pelos setores de engenharia e arquitetura apresentem projetos compatibilizados que serão reenviados à Caixa Econômica Federal e para a retomada de uma nova licitação.
Na reunião, foi confirmado o distrato do contrato com a Construtora Econ, responsável pela obra, e foram definidos prazos e procedimentos para que se possa preparar um novo edital de licitação.
Segundo o governador Wilson Martins, essa obra é uma prioridade de sua gestão e é preciso resolver as pendências existentes para que o Centro de Convenções seja concluído o mais rápido possível. "Solicitei da Procuradoria que seja feita a rescisão com a construtora, que já demonstrou não ter interesse em tocar a obra. Toda a equipe de engenheiros e arquitetos e demais empresas envolvidas nessa obra tem um prazo para compatibilizar os projetos¸ e a partir daqui, prepararmos uma nova licitação", disse.
Sílvio Leite fez uma retrospectiva de tudo que foi feito para a retomada da obra a partir de janeiro deste ano quando a Setur assumiu a construção, que estava a cargo da extinta Piemtur. "Assim que assumimos essa obra, chamamos todos os envolvidos e iniciamos uma negociação com a empresa para que ela fosse retomada. Em abril, fizemos um acordo para que a Econ contratasse 60 homens e reiniciasse os trabalhos, já que temos em conta cerca de R$ 3,6 milhões. Mas, a empresa só colocou 12 homens e a obra foi retomada em ritmo lento", disse o secretário.
Sílvio Leite disse ainda, que paralelo à fiscalização da Caixa Econômica, que é responsável pela liberação dos pagamentos, a Setur também fez uma fiscalização no canteiro de obras e detectou irregularidades entre o que foi executado e o projeto original. "A partir da fiscalização da obra, preparamos um relatório que vai embasar a portaria, que tornará público a decisão do Governo de rescindir unilateralmente o contrato com a empresa", explica.
Uma nova reunião acontecerá no início de outubro, para que os profissionais responsáveis pelos setores de engenharia e arquitetura apresentem projetos compatibilizados que serão reenviados à Caixa Econômica Federal e para a retomada de uma nova licitação.
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