Amanhã (21) médicos do Piauí vão paralisar os atendimentos a cinco planos de saúde comercializados no Estado. A medida faz parte da mobilização nacional das entidades médicas.
Os médicos vão paralisar os atendimentos dos planos de saúde CapeSaúde, Geap, Cassi, CorreioSaúde, SaúdeCaixa. Dentre as principais reivindicações estão a revisão dos valores pagos tendo como referência a Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM) e a autonomia profissional, ou seja, o fim da interferência das operadoras de planos de saúde na atuação médica.
O plano de saúde Uniplam, informou ao portal GP1, que eles não irão paralisar o atendimento. Hoje a direção do plano de saúde se reuniu com a presidente do Simepi – Sindicato dos Médicos Piauienses e ficou decidido que amanhã seus atendimentos funcionarão normalmente.
A presidente do Sindicato dos Médicos, Lúcia Santos, afirma que o movimento é um alerta aos problemas enfrentados na saúde suplementar. “Estamos reivindicando uma atuação livre, onde os planos não interfiram nos exames solicitados e nos procedimentos realizados. Além disso, são inadmissíveis os altos valores cobrados dos pacientes e os baixos valores pagos aos médicos. Todos nós, pacientes e médicos, estamos insatisfeitos com essa situação.”, ressaltou.
A categoria se concentrará na sede do Sindicato dos Médicos, às 07:00 horas do dia 21 de setembro. A Paralisação acontece simultaneamente em todo o país.
Os médicos vão paralisar os atendimentos dos planos de saúde CapeSaúde, Geap, Cassi, CorreioSaúde, SaúdeCaixa. Dentre as principais reivindicações estão a revisão dos valores pagos tendo como referência a Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM) e a autonomia profissional, ou seja, o fim da interferência das operadoras de planos de saúde na atuação médica.
O plano de saúde Uniplam, informou ao portal GP1, que eles não irão paralisar o atendimento. Hoje a direção do plano de saúde se reuniu com a presidente do Simepi – Sindicato dos Médicos Piauienses e ficou decidido que amanhã seus atendimentos funcionarão normalmente.
A presidente do Sindicato dos Médicos, Lúcia Santos, afirma que o movimento é um alerta aos problemas enfrentados na saúde suplementar. “Estamos reivindicando uma atuação livre, onde os planos não interfiram nos exames solicitados e nos procedimentos realizados. Além disso, são inadmissíveis os altos valores cobrados dos pacientes e os baixos valores pagos aos médicos. Todos nós, pacientes e médicos, estamos insatisfeitos com essa situação.”, ressaltou.
A categoria se concentrará na sede do Sindicato dos Médicos, às 07:00 horas do dia 21 de setembro. A Paralisação acontece simultaneamente em todo o país.
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