O Professor Doutor Edwar de Alencar Castelo Branco não concorda com as atitudes do atual reitor e já é o nome confirmado pelo grupo de oposição ao atual reitor da Universidade Federal do Piauí, formado por alunos e professores insatisfeitos com a gestão do Prof. Dr. Luiz de Sousa Santos Júnior, apresentou um pré-candidato para o próximo pleito, o professor e atual vice-reitor Dr. Edwar de Alencar Castelo Branco.
O grupo é composto de acadêmicos e professores insatisfeitos com a atual reitoria “O professor Dr. Edwar assumiu um grande compromisso com a gente, e esse compromisso representa o inverso de tudo que aconteceu na UFPI nesses últimos anos”, explica José Antonio Oliveira, 23 anos, acadêmico de Serviço Social e integrante do grupo de oposição. “Os segmentos foram praticamente amordaçados pelas ameaças de processos administrativos como forma de humilhar e intimidar o sagrado espaço do livre pensamento que é a universidade”, explica o estudante.
Para o Professor Doutor Edwar, a Universidade Federal do Piauí, parece que vive hoje no tempo da ditadura. “Ora, será que na história da Universidade Federal do Piauí tem um momento mais triste do que esse que estamos vivendo? Com certeza não há um momento mais triste. As pessoas estão amedrontadas, estão intimidadas, estão desestimuladas, estão com a auto-estima baixíssima, estão aterrorizadas”, disse o Doutor.
O grupo é composto de acadêmicos e professores insatisfeitos com a atual reitoria “O professor Dr. Edwar assumiu um grande compromisso com a gente, e esse compromisso representa o inverso de tudo que aconteceu na UFPI nesses últimos anos”, explica José Antonio Oliveira, 23 anos, acadêmico de Serviço Social e integrante do grupo de oposição. “Os segmentos foram praticamente amordaçados pelas ameaças de processos administrativos como forma de humilhar e intimidar o sagrado espaço do livre pensamento que é a universidade”, explica o estudante.
Para o Professor Doutor Edwar, a Universidade Federal do Piauí, parece que vive hoje no tempo da ditadura. “Ora, será que na história da Universidade Federal do Piauí tem um momento mais triste do que esse que estamos vivendo? Com certeza não há um momento mais triste. As pessoas estão amedrontadas, estão intimidadas, estão desestimuladas, estão com a auto-estima baixíssima, estão aterrorizadas”, disse o Doutor.
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