Cinco minutos. Essa é a média de tempo que a comunidade tem de esperar para ser atendida por alguma viatura do Ronda Cidadão. No entanto, esse espaço de tempo deve ser reduzido para três minutos, visto que o programa vem se consolidando na capital. Para o coronel Lindomar Castilho, coordenador do Ronda Cidadão, com o passar do tempo e, consequentemente, a adaptação dos policiais, estes vão conhecendo melhor a área e podem atuar de forma mais rápida.
“Durante o expediente são realizadas visitas comunitárias para que os policiais possam se apresentar à população, para ambos se conhecerem. Na oportunidade, eles também deixam o telefone de contato, pois o cidadão ligará direto para a viatura. Em muitos casos, as pessoas conhecem o policial pelo nome e vice-versa”, relata o coronel Lindomar Castilho. No decorrer das visitas, também são aplicados questionários com o intuito de avaliar a atuação do Ronda Cidadão nos bairros e os resultados são sempre os melhores: bom, ótimo ou ainda, excepcional.
A atuação da polícia comunitária visa fortalecer a confiança entre o policial e a comunidade. Entretanto, a segurança não é questão meramente de força policial, envolvendo alguns cuidados básicos da própria população a fim de não facilitar a atuação dos assaltantes.
Ronda Cidadão completa 33 módulos em Teresina
Tendo início na região Sudeste da capital, o Programa de Policiamento Comunitário Ronda Cidadão expandiu-se para as demais regiões de Teresina, contabilizando um total de 33 módulos. Baseado num modelo em que a comunidade e os policiais têm uma relação de proximidade, o Ronda Cidadão vem apresentando resultados expressivos, especialmente na redução dos crimes de menor potencial ofensivo, tais como roubo, depredação e crimes contra a ordem pública.
Segundo dados do Comando da Polícia Militar (Copom) referentes ao mês de novembro, na Zona Sul os crimes de furtos de veículos, transeuntes e residências foi reduzido em 58%. Na Zona Norte, os crimes de ameaça diminuíram em 70%. “Em novembro do ano passado foram registradas 89 ocorrências de ameaça, enquanto em 2011 foram apenas 47”, enumera o coronel Lindomar Castilho, coordenador do Ronda Cidadão.
Na Zona Leste, reduziu-se em 46% o número de crimes contra o patrimônio, furtos e roubos. Enquanto que na Zona Sudeste, os crimes de depredação foram diminuídos em 39%. “Como a Zona Sudeste foi a primeira a receber o programa Ronda Cidadão, a tendência é que os números se consolidem, visto que a atuação dos policiais já se tornou mais frequente”, explica o coordenador, ao comentar que o programa de policiamento comunitário conta com 363 policiais, 35 viaturas, 320 pistolas e dois coletes à prova de balas por viatura.
No começo de 2012, o programa deverá ser contemplado com a chegada de 350 coletes disfarçados, os quais são usados por debaixo da roupa. O Investimento final para a implantação do Ronda Cidadão será de R$ 26 milhões. A segunda fase do projeto visa à implantação do programa nas cidades com mais de 40 mil habitantes. São elas: Parnaíba, Picos, Piripiri e Piracuruca. “A expansão do Ronda para o interior está em estudo, sendo que cada cidade deve ser contemplada com cinco módulos cada uma”, conclui o coordenador.
“Durante o expediente são realizadas visitas comunitárias para que os policiais possam se apresentar à população, para ambos se conhecerem. Na oportunidade, eles também deixam o telefone de contato, pois o cidadão ligará direto para a viatura. Em muitos casos, as pessoas conhecem o policial pelo nome e vice-versa”, relata o coronel Lindomar Castilho. No decorrer das visitas, também são aplicados questionários com o intuito de avaliar a atuação do Ronda Cidadão nos bairros e os resultados são sempre os melhores: bom, ótimo ou ainda, excepcional.
A atuação da polícia comunitária visa fortalecer a confiança entre o policial e a comunidade. Entretanto, a segurança não é questão meramente de força policial, envolvendo alguns cuidados básicos da própria população a fim de não facilitar a atuação dos assaltantes.
Ronda Cidadão completa 33 módulos em Teresina
Tendo início na região Sudeste da capital, o Programa de Policiamento Comunitário Ronda Cidadão expandiu-se para as demais regiões de Teresina, contabilizando um total de 33 módulos. Baseado num modelo em que a comunidade e os policiais têm uma relação de proximidade, o Ronda Cidadão vem apresentando resultados expressivos, especialmente na redução dos crimes de menor potencial ofensivo, tais como roubo, depredação e crimes contra a ordem pública.
Segundo dados do Comando da Polícia Militar (Copom) referentes ao mês de novembro, na Zona Sul os crimes de furtos de veículos, transeuntes e residências foi reduzido em 58%. Na Zona Norte, os crimes de ameaça diminuíram em 70%. “Em novembro do ano passado foram registradas 89 ocorrências de ameaça, enquanto em 2011 foram apenas 47”, enumera o coronel Lindomar Castilho, coordenador do Ronda Cidadão.
Na Zona Leste, reduziu-se em 46% o número de crimes contra o patrimônio, furtos e roubos. Enquanto que na Zona Sudeste, os crimes de depredação foram diminuídos em 39%. “Como a Zona Sudeste foi a primeira a receber o programa Ronda Cidadão, a tendência é que os números se consolidem, visto que a atuação dos policiais já se tornou mais frequente”, explica o coordenador, ao comentar que o programa de policiamento comunitário conta com 363 policiais, 35 viaturas, 320 pistolas e dois coletes à prova de balas por viatura.
No começo de 2012, o programa deverá ser contemplado com a chegada de 350 coletes disfarçados, os quais são usados por debaixo da roupa. O Investimento final para a implantação do Ronda Cidadão será de R$ 26 milhões. A segunda fase do projeto visa à implantação do programa nas cidades com mais de 40 mil habitantes. São elas: Parnaíba, Picos, Piripiri e Piracuruca. “A expansão do Ronda para o interior está em estudo, sendo que cada cidade deve ser contemplada com cinco módulos cada uma”, conclui o coordenador.

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