A assistência a crianças de 0 a 12 anos em situação de vulnerabilidade social de Teresina será reforçada. Nesta quinta-feira (20), às 9h, a prefeitura de Teresina, por meio da Secretaria Municipal do Trabalho, Cidadania e Assistência Social (Semtcas), vai inaugurar o Abrigo Reencontro. A sede fica localizada na Rua Professor Odilo Ramos, entre as ruas Assis Veloso e Luiz Mendes Gonçalves, no bairro Morada do Sol, zona Leste de Teresina.
A casa vai trabalhar com três serviços. O primeiro será voltado para crianças de 0 a 6 anos; o segundo, voltado para a faixa etária de 6 a 12, além do serviço de família acolhedora. Neste último, as crianças não ficam no prédio, mas sim em casas de famílias cadastradas e treinadas para o atendimento.
"A Família Acolhedora é a modalidade mais correta, porque as crianças têm o atendimento direto da família substituta, que é treinada para o acolhimento deste público", afirma Silvana Bacelar, gerente de proteção social especial da Semtcas.
O abrigo terá capacidade para atender a 20 crianças que são vítimas de negligência dos pais, maus tratos, violência física, abuso sexual e que estão sob medida de proteção ou em situação de risco pessoal e social, cujas famílias encontram-se temporariamente impossibilitadas de cumprir sua função de cuidado e proteção. Além disso, a equipe vai coordenar o atendimento de 10 crianças do serviço de Família Acolhedora.
Teresina possui hoje seis abrigos para crianças e adolescentes de 0 a 18 anos, são eles: Casa de Punaré, Abrigo Masculino, Abrigo Feminino, Lar Maria João de Deus, Casa Savina Petrilli e Casa Dom Barreto, sendo quatro governamentais e duas não governamentais.
"É o abrigo que vem reforçar o atendimento à criança e ao adolescente de Teresina. Além do público temporário, o local também atenderá a crianças em situação de adoção e pretende reduzir o número de famílias que estão há anos na fila da espera para adotar um filho", explica Iraneide Cristina Viana, secretária da Semtcas.
O abrigo Reencontro, além de atender às crianças, vai trabalhar também com a família das crianças atendidas. "As ações de estímulo ao convívio familiar estão previstas no plano de atendimento, através de visitas domiciliares, identificação e encaminhamento de famílias para a rede socioassistenciais e demais políticas públicas", completa a secretária.
A casa vai trabalhar com três serviços. O primeiro será voltado para crianças de 0 a 6 anos; o segundo, voltado para a faixa etária de 6 a 12, além do serviço de família acolhedora. Neste último, as crianças não ficam no prédio, mas sim em casas de famílias cadastradas e treinadas para o atendimento.
"A Família Acolhedora é a modalidade mais correta, porque as crianças têm o atendimento direto da família substituta, que é treinada para o acolhimento deste público", afirma Silvana Bacelar, gerente de proteção social especial da Semtcas.
O abrigo terá capacidade para atender a 20 crianças que são vítimas de negligência dos pais, maus tratos, violência física, abuso sexual e que estão sob medida de proteção ou em situação de risco pessoal e social, cujas famílias encontram-se temporariamente impossibilitadas de cumprir sua função de cuidado e proteção. Além disso, a equipe vai coordenar o atendimento de 10 crianças do serviço de Família Acolhedora.
Teresina possui hoje seis abrigos para crianças e adolescentes de 0 a 18 anos, são eles: Casa de Punaré, Abrigo Masculino, Abrigo Feminino, Lar Maria João de Deus, Casa Savina Petrilli e Casa Dom Barreto, sendo quatro governamentais e duas não governamentais.
"É o abrigo que vem reforçar o atendimento à criança e ao adolescente de Teresina. Além do público temporário, o local também atenderá a crianças em situação de adoção e pretende reduzir o número de famílias que estão há anos na fila da espera para adotar um filho", explica Iraneide Cristina Viana, secretária da Semtcas.
O abrigo Reencontro, além de atender às crianças, vai trabalhar também com a família das crianças atendidas. "As ações de estímulo ao convívio familiar estão previstas no plano de atendimento, através de visitas domiciliares, identificação e encaminhamento de famílias para a rede socioassistenciais e demais políticas públicas", completa a secretária.
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