Agentes penitenciários do Piauí ameaçam realizar uma paralisação caso as promessas feitas pela pela Secretaria de Justiça do Estado sejam cumpridas. As informações são do presidente do Sindicato dos Policiais Penitenciários do Piauí, Vilobaldo Carvalho ao GP1. Segundo ele, a categoria tem varias reivindicações pendentes e, em assembleia no dia 2 de fevereiro, os servidores estaduais aprovaram indicativo de greve, caso em 30 dias o Governo do Estado não cumpra os acordos firmados na última greve realizada pelo Sinpoljuspi.
Em abril do ano passado, os agentes penitenciários decidiram paralisar a greve após uma sinalização do Governo em atender a pauta de reivindicações. Caso isso não aconteça, os penitenciários irão deflagrar a paralisação das atividades no mês de março.
O presidente do Sinpoljuspi, Vilobaldo Carvalho, disse ao GP1 que os principais pontos são as convocações dos Agentes Penitenciários Concursados; envio à Assembléia Legislativa do Estado do Piauí do Projeto de Lei com alterações no Estatuto dos Servidores Penitenciários e do Projeto de Lei que cria a Tabela de Vencimento específica do quadro de apoio policial da Secretaria de Segurança Pública.
“Ficou acertado com o governo do Estado para a suspensão da última paralisação em 2011 que seriam convocados 50 agentes penitenciários em novembro do ano passado e o restante até fevereiro. A gente percebe que o governo vem fazendo novos concursos e não falam em convocação dos concursados. Estamos com uma sobrecarga. Se em 30 dias não for cumprido o prometido, a categoria vai decidir como vai ser a paralisação. Se os acordos não forem avançados, pode resultar inclusive em greve por tempo indeterminado. A categoria é soberana e busca entendimento”, disse Vilobaldo.
Atualmente, o sistema prisional do Piauí conta com um total de 547 agentes penitenciários. Esses profissionais são responsáveis pela manutenção da ordem das 13 unidades prisionais do estado.
Em abril do ano passado, os agentes penitenciários decidiram paralisar a greve após uma sinalização do Governo em atender a pauta de reivindicações. Caso isso não aconteça, os penitenciários irão deflagrar a paralisação das atividades no mês de março.
Imagem: Manuela Coelho do GP1
Presidente do Sinpoljuspi, Vilobaldo Carvalho na redação do Portal GP1
Presidente do Sinpoljuspi, Vilobaldo Carvalho na redação do Portal GP1O presidente do Sinpoljuspi, Vilobaldo Carvalho, disse ao GP1 que os principais pontos são as convocações dos Agentes Penitenciários Concursados; envio à Assembléia Legislativa do Estado do Piauí do Projeto de Lei com alterações no Estatuto dos Servidores Penitenciários e do Projeto de Lei que cria a Tabela de Vencimento específica do quadro de apoio policial da Secretaria de Segurança Pública.
“Ficou acertado com o governo do Estado para a suspensão da última paralisação em 2011 que seriam convocados 50 agentes penitenciários em novembro do ano passado e o restante até fevereiro. A gente percebe que o governo vem fazendo novos concursos e não falam em convocação dos concursados. Estamos com uma sobrecarga. Se em 30 dias não for cumprido o prometido, a categoria vai decidir como vai ser a paralisação. Se os acordos não forem avançados, pode resultar inclusive em greve por tempo indeterminado. A categoria é soberana e busca entendimento”, disse Vilobaldo.
Atualmente, o sistema prisional do Piauí conta com um total de 547 agentes penitenciários. Esses profissionais são responsáveis pela manutenção da ordem das 13 unidades prisionais do estado.
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