O combate à Febre Aftosa avança no Norte e Nordeste do Brasil. E o Piauí se sobressaiu sobre os demais estados. As informações foram divulgadas durante uma reunião entre integrantes do Departamento de Saúde Animal (DSA) e representantes dos estados do Piauí, Alagoas, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pará, Pernambuco e Rio Grande do Norte.
A ideia é discutir e buscar maneiras para garantir o prosseguimento do projeto de ampliação da zona livre de febre aftosa do Brasil. Na reunião foi firmado um acordo de integração mútua. Os responsáveis pelo combate à aftosa se comprometeram a executar integralmente medidas acertadas nos Planos de Ação.
O encontro também serviu para aprimorar os trabalhos de correção das deficiências apontadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em 2011. O objetivo é alcançar os resultados mínimos satisfatórios para itens considerados imprescindíveis e melhorar os demais critérios (classificados como importantes ou necessários) sem retrocesso nos 27 pontos avaliados pelo Ministério.
Para a próxima semana ficou definido pelo DSA uma reunião preparatória com os técnicos que participarão do cronograma de realização do inquérito soroepidemiológico nos estados do Piauí, Alagoas, Maranhão, Pernambuco, Ceará e Pará.
O Mapa definiu que os investimentos em 2012 atingem cerca de R$ 100 milhões. No diagnóstico dos estados, o Piauí terá menos recursos já que o processo de combate à doença está em estágio avançado, ao contrário do Rio Grande do Norte, que não atendeu a expectativa. “São investimentos necessário para afastar qualquer risco nessa região, o Piauí merece destaque, fez um grande trabalho, saiu do nada para ter um dos melhores projetos de combate à aftosa do Brasil”, disse o diretor do DAS, Guilherme Marques.
O principal objetivo é permitir que a região seja reconhecida nacionalmente como livre de febre aftosa com vacinação ainda este ano, o que dependerá das melhorias recomendadas e dos resultados da investigação soroepidemiológica.
“Precisamos ter certeza de que não há circulação de vírus na região e que os estados contam com uma estrutura mínima para manter o status alcançado. Queremos que o bloco avance como um todo para que possamos apresentar um pleito único, de toda a região, junto à Organização Mundial de Saúde Animal”, finaliza o diretor do Departamento de Saúde Animal do Governo Federal.
A ideia é discutir e buscar maneiras para garantir o prosseguimento do projeto de ampliação da zona livre de febre aftosa do Brasil. Na reunião foi firmado um acordo de integração mútua. Os responsáveis pelo combate à aftosa se comprometeram a executar integralmente medidas acertadas nos Planos de Ação.
O encontro também serviu para aprimorar os trabalhos de correção das deficiências apontadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em 2011. O objetivo é alcançar os resultados mínimos satisfatórios para itens considerados imprescindíveis e melhorar os demais critérios (classificados como importantes ou necessários) sem retrocesso nos 27 pontos avaliados pelo Ministério.
Para a próxima semana ficou definido pelo DSA uma reunião preparatória com os técnicos que participarão do cronograma de realização do inquérito soroepidemiológico nos estados do Piauí, Alagoas, Maranhão, Pernambuco, Ceará e Pará.
O Mapa definiu que os investimentos em 2012 atingem cerca de R$ 100 milhões. No diagnóstico dos estados, o Piauí terá menos recursos já que o processo de combate à doença está em estágio avançado, ao contrário do Rio Grande do Norte, que não atendeu a expectativa. “São investimentos necessário para afastar qualquer risco nessa região, o Piauí merece destaque, fez um grande trabalho, saiu do nada para ter um dos melhores projetos de combate à aftosa do Brasil”, disse o diretor do DAS, Guilherme Marques.
O principal objetivo é permitir que a região seja reconhecida nacionalmente como livre de febre aftosa com vacinação ainda este ano, o que dependerá das melhorias recomendadas e dos resultados da investigação soroepidemiológica.
“Precisamos ter certeza de que não há circulação de vírus na região e que os estados contam com uma estrutura mínima para manter o status alcançado. Queremos que o bloco avance como um todo para que possamos apresentar um pleito único, de toda a região, junto à Organização Mundial de Saúde Animal”, finaliza o diretor do Departamento de Saúde Animal do Governo Federal.

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