Parceria firmada entre o Governo do Estado, através da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Recursos Hídricos – SEMAR, Companhia de Desenvolvimento dos Vales do Parnaíba e do São Francisco (Codevasf) e a Fundação Agente, garante a realização do Projeto Viva do Sucuruiú que será lançado no município de Gilbués, na próxima sexta-feira, dia 30, pelo secretário Dalton Macambira e Superintendente Regional da CODEVASF 7ª SR, Valdiney Bezerra de Amorim e a Fundação Agente. O projeto tem como objetivo o desenvolvimento de ações concretas de recuperação de áreas degradadas e manejo hidroambiental adotando como unidade de planejamento a Microbacia Hidrográfica.
Com a realização do projeto será possível desenvolver mais ações voltadas para a recuperação de áreas degradadas, implantação de estradas ecológicas, infraestrutura e equipamentos de apoio para ações de revitalização, acompanhamento, avaliação e difusão de resultados. Os recursos para realização do projeto são provenientes do Programa de Aceleração do Crescimento – PAC, no valor de R$ 3 milhões para implantação de atividades que pretendem multiplicar soluções práticas, dentro do Programa de Revitalização da Bacia do Parnaíba.
Em 2006, foi criado o Núcleo de Pesquisa para Recuperação de Áreas Degradadas – NUPERADE, em Gilbués, implantado em uma área de 52 (cinquenta e dois) hectares, bem representativa do processo de degradação ambiental da região. Desde então, diversas pesquisas agrossilvipastoris executadas no núcleo vêm demonstrando que não apenas é possível recuperar o solo como aumentar a sua produtividade, pois a aplicação de técnicas agrícolas adequadas revelou que agricultores que produziam 600 quilos de milho em média, estão produzindo hoje 3.500 quilos de milho em média, por hectare.
A área estudada está inserida na faixa de transição entre o domínio dos cerrados e da caatinga do Nordeste brasileiro. Estudos revelam que a área de solos desprotegidos chega a 530 Km², quando consideradas as imagens do período chuvoso e se ampliaram, ao longo dos anos, para 720 Km², a partir das imagens do período seco. Os estudos chamam a atenção para o fato de que esse cenário se torna ainda mais preocupante quando se considera a área ocupada por solos com vegetação rala, uma vez que, se ações de preservação não forem tomadas, essa área será integrada àquela de solo exposto, tendo como consequência o aumento da região degradada. O estudo sobre a degradação do solo da região do Sudoeste do Piauí, mostra que, em 15 municípios, a área degradada atinge 7.759,56 Km². É importante ressaltar que em oito municípios a área degradada é superior a 450 Km2.
Com a realização do projeto será possível desenvolver mais ações voltadas para a recuperação de áreas degradadas, implantação de estradas ecológicas, infraestrutura e equipamentos de apoio para ações de revitalização, acompanhamento, avaliação e difusão de resultados. Os recursos para realização do projeto são provenientes do Programa de Aceleração do Crescimento – PAC, no valor de R$ 3 milhões para implantação de atividades que pretendem multiplicar soluções práticas, dentro do Programa de Revitalização da Bacia do Parnaíba.
Em 2006, foi criado o Núcleo de Pesquisa para Recuperação de Áreas Degradadas – NUPERADE, em Gilbués, implantado em uma área de 52 (cinquenta e dois) hectares, bem representativa do processo de degradação ambiental da região. Desde então, diversas pesquisas agrossilvipastoris executadas no núcleo vêm demonstrando que não apenas é possível recuperar o solo como aumentar a sua produtividade, pois a aplicação de técnicas agrícolas adequadas revelou que agricultores que produziam 600 quilos de milho em média, estão produzindo hoje 3.500 quilos de milho em média, por hectare.
A área estudada está inserida na faixa de transição entre o domínio dos cerrados e da caatinga do Nordeste brasileiro. Estudos revelam que a área de solos desprotegidos chega a 530 Km², quando consideradas as imagens do período chuvoso e se ampliaram, ao longo dos anos, para 720 Km², a partir das imagens do período seco. Os estudos chamam a atenção para o fato de que esse cenário se torna ainda mais preocupante quando se considera a área ocupada por solos com vegetação rala, uma vez que, se ações de preservação não forem tomadas, essa área será integrada àquela de solo exposto, tendo como consequência o aumento da região degradada. O estudo sobre a degradação do solo da região do Sudoeste do Piauí, mostra que, em 15 municípios, a área degradada atinge 7.759,56 Km². É importante ressaltar que em oito municípios a área degradada é superior a 450 Km2.
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