Os funcionários do Banco do Nordeste do Brasil (BNB) paralizam suas atividades por uma hora nesta sexta-feira (27). Com a paralisação do atendimento ao público de 10h às 11h, nas duas unidades do BNB de Teresina (Centro e Metro) contra a intransigência do Banco do Nordeste do Brasil (BNB) em não cumprir a promessa de pagar, na última segunda-feira (23), a parcela adicional da PLR - Participação de Lucros e Resultados garantida na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) 2011/2012 e no acordo coletivo com o BNB.
O valor médio correspondente à distribuição linear de 2% do lucro líquido que deveria ser pago aos funcionários era de R$ 1,5 mil. No entanto, foi creditado apenas R$ 400 como segunda parcela da PLR.
A direção do Sindicato dos Bancários do Piauí deixa claro que se trata de uma manifestação justa, tendo em vista que os funcionários nunca receberam a PLR como foi acordado na Convenção Coletiva de Trabalho, ou seja, todas as vezes os funcionários não recebem como deveria.
Na oportunidade dos preparativos para greve quando a categoria estava mobilizada e com vontade de aderir ao movimento, o banco fez a proposta de que pagaria os 2% adicional do lucro liquido, de forma linear. Todavia, a avaliação é de que esta proposta foi uma estratégia do banco para desmobilizar a categoria.
Entretanto, na última hora, no dia 20, o banco comunicou sem explicação convincente que não faria mais o pagamento.
O valor médio correspondente à distribuição linear de 2% do lucro líquido que deveria ser pago aos funcionários era de R$ 1,5 mil. No entanto, foi creditado apenas R$ 400 como segunda parcela da PLR.
A direção do Sindicato dos Bancários do Piauí deixa claro que se trata de uma manifestação justa, tendo em vista que os funcionários nunca receberam a PLR como foi acordado na Convenção Coletiva de Trabalho, ou seja, todas as vezes os funcionários não recebem como deveria.
Na oportunidade dos preparativos para greve quando a categoria estava mobilizada e com vontade de aderir ao movimento, o banco fez a proposta de que pagaria os 2% adicional do lucro liquido, de forma linear. Todavia, a avaliação é de que esta proposta foi uma estratégia do banco para desmobilizar a categoria.
Entretanto, na última hora, no dia 20, o banco comunicou sem explicação convincente que não faria mais o pagamento.
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