O presidente do Partido Socialista Cristão – PSC – em Teresina, Francisco Juriti, recebeu homenagem de amigos e parentes pela passagem de seu aniversário, 18 de abril. Outdoors espalhados pela cidade relembram em uma foto momentos marcantes da vida de Juriti e do Brasil como um todo. Ele foi defensor da democracia e lutou contra a ditadura.
Na foto estampada nos outdoors, Juriti, em 1976, encontra-se ao lado de Mão Santa e do então Ministro da Justiça, o piauiense Petrônio Portela. Ao lado da foto a frase “A cada ano de vida comemoramos a vitória da democracia” e abaixo “Nossa homenagem ao Combativo Líder Estudantil”.
Juriti, que é natural de Parnaíba, região litorânea do Piauí, atuou como líder estudantil e ativista pela democratização do país na época do Regime Ditatorial Militar. “Desde cedo atuamos como líder estudantil, começando pelas lideranças nas escolas, como líder da turma e depois como líder do grêmio estudantil, então eu fui líder de turma da minha sala, fui presidente do grêmio da minha escola e, depois que eu terminei fui pra república estudantil onde fui eleito para ser presidente daquela república estudantil, que era como chamavam na época”, relembrou Juriti.
“Depois fui candidato a presidente da ACEP, Associação Colegial dos Estudantes Parnaibanos, entidade que representava todos os estudantes secundaristas, ou seja, de 1º e segundo grau. Tivemos uma vitória estrondosa, pois antes tinha um presidente que já estava lá há sete anos e os estudantes sentiram a necessidade de mudança”, conta o presidente municipal do PSC. Ele também foi presidente do diretório dos estudantes Reis Veloso, em Parnaíba.
“Eu naquela época não tinha definição partidária, me considerava da ala dos autênticos, mas por conta desses atos rebeldes que a gente fazia, das participações nas greves, protestos e movimentos, fomos nos destacando na cidade”, recorda. “Essa foto [de 1976] foi na época da reunião que eu e Mão Santa participamos que era sobre a reconstituição da UNE – União Nacional dos Estudantes – no Rio de Janeiro – quando na ocasião nos encontramos com o piauiense de notoriedade daquela época, ministro Petrônio Portela, para levar a proposta dos estudantes piauienses para a redemocratização do país. Entendíamos que a democracia só podia ser reconquistada se houvesse um processo de transição. Fomos até ele destacar a importância do papel dele na busca de uma forma civilizada pela redemocratização”, rememora o homenageado Francisco Juriti.
Na foto estampada nos outdoors, Juriti, em 1976, encontra-se ao lado de Mão Santa e do então Ministro da Justiça, o piauiense Petrônio Portela. Ao lado da foto a frase “A cada ano de vida comemoramos a vitória da democracia” e abaixo “Nossa homenagem ao Combativo Líder Estudantil”.
Imagem: Reprodução
Juriti e Mão Santa junto a Petronio Portela na época das lideranças estudantis
Juriti e Mão Santa junto a Petronio Portela na época das lideranças estudantisJuriti, que é natural de Parnaíba, região litorânea do Piauí, atuou como líder estudantil e ativista pela democratização do país na época do Regime Ditatorial Militar. “Desde cedo atuamos como líder estudantil, começando pelas lideranças nas escolas, como líder da turma e depois como líder do grêmio estudantil, então eu fui líder de turma da minha sala, fui presidente do grêmio da minha escola e, depois que eu terminei fui pra república estudantil onde fui eleito para ser presidente daquela república estudantil, que era como chamavam na época”, relembrou Juriti.
“Depois fui candidato a presidente da ACEP, Associação Colegial dos Estudantes Parnaibanos, entidade que representava todos os estudantes secundaristas, ou seja, de 1º e segundo grau. Tivemos uma vitória estrondosa, pois antes tinha um presidente que já estava lá há sete anos e os estudantes sentiram a necessidade de mudança”, conta o presidente municipal do PSC. Ele também foi presidente do diretório dos estudantes Reis Veloso, em Parnaíba.
Imagem: Mírian Gomes/GP1
Juriti ao lado da histórica foto utilizada em sua homenagem
Juriti ao lado da histórica foto utilizada em sua homenagem“Eu naquela época não tinha definição partidária, me considerava da ala dos autênticos, mas por conta desses atos rebeldes que a gente fazia, das participações nas greves, protestos e movimentos, fomos nos destacando na cidade”, recorda. “Essa foto [de 1976] foi na época da reunião que eu e Mão Santa participamos que era sobre a reconstituição da UNE – União Nacional dos Estudantes – no Rio de Janeiro – quando na ocasião nos encontramos com o piauiense de notoriedade daquela época, ministro Petrônio Portela, para levar a proposta dos estudantes piauienses para a redemocratização do país. Entendíamos que a democracia só podia ser reconquistada se houvesse um processo de transição. Fomos até ele destacar a importância do papel dele na busca de uma forma civilizada pela redemocratização”, rememora o homenageado Francisco Juriti.
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