Em recente nota científica lançada pela Associação Americana do Coração, foi divulgado que pacientes que sofreram com doenças do coração como infarto e derrame podem ter relações sexuais normalmente. Segundo o estudo, essas atividades não representam risco de vida aos infartados e outros doentes do coração.
A notícia, animadora para os principais envolvidos que são os cardíacos, vai de encontro com outros estudos anteriormente realizados que apontam a prática de atividades sexuais para pessoas que sofreram ou sofrem doenças do coração como representação de risco de vida. Esses estudos comparam relações sexuais a atividades físicas intensas, o que configuram risco de morte súbita e infarto.
Já o texto divulgado pela Associação Americana do Coração explica que a relação sexual, por sua breve duração, não pode provocar infartos. O infartado deve ter cuidados médicos e consultas regulares para que retome sua vida sexual com naturalidade e segurança.
Segundo o cardiologista Victor Lira (CRM-PI 4447), “as pessoas que sofrem infarto têm receio de fazer atividade física. E sexo é uma atividade física. Então da mesma maneira que elas são liberadas para atividades físicas, elas são liberadas para atividade sexual. Não só liberadas como também orientadas a fazê-lo. Porém cada caso deve ser avaliado isoladamente. É necessária uma avaliação cardiológica prévia e uma evolução gradual da atividade física”, afirma.
O receio de voltar à vida sexual que tinha antes do infarto, faz com que muitos infartados adquiram medo de praticar sexo com seus parceiros que, por sua vez, também se retraem com dúvidas sobre um possível desencadeamento de problemas.
A falta de orientação adequada e esclarecimento de um especialista sobre o assunto pode agravar a situação conforme o tempo.
O cardiologista explica que a maior probabilidade de infarto é pela manhã, mas que com os devidos cuidados é possível diminuir esse risco, assim como iniciar um atividade sexual de forma mais segura.
“O paciente após infarto tem que seguir rigorosamente aquelas orientações dadas para pessoas rígidas, que são pessoas saudáveis, são elas: alimentação saudável, com inclusão de frutas, verduras, poucas gorduras, fazer atividade física e ter uma vida mais saudável. Só que mesmo seguindo essa orientação, a população foge desse estilo de vida. Como o infartado tem maior risco, então tem que seguir mais rigorosamente essas orientações”, aponta Victor Lira.
Para os homens infartados, a ereção pode acontecer naturalmente ou através de medicação orientada pelo médico. Já as mulheres devem analisar os reflexos do uso de anticoncepcionais e os riscos de uma eventual gravidez.
A notícia, animadora para os principais envolvidos que são os cardíacos, vai de encontro com outros estudos anteriormente realizados que apontam a prática de atividades sexuais para pessoas que sofreram ou sofrem doenças do coração como representação de risco de vida. Esses estudos comparam relações sexuais a atividades físicas intensas, o que configuram risco de morte súbita e infarto.
Já o texto divulgado pela Associação Americana do Coração explica que a relação sexual, por sua breve duração, não pode provocar infartos. O infartado deve ter cuidados médicos e consultas regulares para que retome sua vida sexual com naturalidade e segurança.
Segundo o cardiologista Victor Lira (CRM-PI 4447), “as pessoas que sofrem infarto têm receio de fazer atividade física. E sexo é uma atividade física. Então da mesma maneira que elas são liberadas para atividades físicas, elas são liberadas para atividade sexual. Não só liberadas como também orientadas a fazê-lo. Porém cada caso deve ser avaliado isoladamente. É necessária uma avaliação cardiológica prévia e uma evolução gradual da atividade física”, afirma.
O receio de voltar à vida sexual que tinha antes do infarto, faz com que muitos infartados adquiram medo de praticar sexo com seus parceiros que, por sua vez, também se retraem com dúvidas sobre um possível desencadeamento de problemas.
A falta de orientação adequada e esclarecimento de um especialista sobre o assunto pode agravar a situação conforme o tempo.
O cardiologista explica que a maior probabilidade de infarto é pela manhã, mas que com os devidos cuidados é possível diminuir esse risco, assim como iniciar um atividade sexual de forma mais segura.
“O paciente após infarto tem que seguir rigorosamente aquelas orientações dadas para pessoas rígidas, que são pessoas saudáveis, são elas: alimentação saudável, com inclusão de frutas, verduras, poucas gorduras, fazer atividade física e ter uma vida mais saudável. Só que mesmo seguindo essa orientação, a população foge desse estilo de vida. Como o infartado tem maior risco, então tem que seguir mais rigorosamente essas orientações”, aponta Victor Lira.
Para os homens infartados, a ereção pode acontecer naturalmente ou através de medicação orientada pelo médico. Já as mulheres devem analisar os reflexos do uso de anticoncepcionais e os riscos de uma eventual gravidez.
Ver todos os comentários | 0 |