O Juiz Auxiliar da Presidência do TRT/PI, Roberto Wanderley Braga, foi eleito coordenador do Comitê Piauiense da Rede Nacional de Cooperação, com mandato de um ano.
O Comitê, formado por integrantes da Justiça do Trabalho, do Tribunal de Justiça e da Justiça Federal, tem o objetivo de elaborar estudos, apresentar propostas, acompanhar atividades, propor convênios, e organizar reuniões e seminários relativos ao tema da cooperação judiciária.
A decisão foi informada ao Presidente do Comitê Executivo da Rede Nacional de Cooperação Judiciária, o Conselheiro do CNJ Ney José de Freitas. Ficou decidido ainda que comitê terá reuniões periódicas a cada dois meses.
A Rede de Cooperação do Judiciário surgiu a partir das deficiências observadas na comunicação entre os tribunais. O projeto pretende desbloquear entraves e estabelecer novos canais entre magistrados e órgãos do Judiciário, de forma que a tramitação de atos que exijam a participação de mais de um juiz ou mais de um tribunal seja facilitada e os processos possam fluir com mais celeridade.
Com a instalação desse novo sistema, os magistrados com processos que exijam a participação de outro magistrado ou fazer contato com outro tribunal passarão, a procurar o juiz de cooperação que, por sua vez, fará a ponte com os órgãos necessários para a perfeita tramitação do processo - como nos casos, por exemplo, de carta rogatória ou depoimento de testemunhas que estejam em outro estado.
O Comitê, formado por integrantes da Justiça do Trabalho, do Tribunal de Justiça e da Justiça Federal, tem o objetivo de elaborar estudos, apresentar propostas, acompanhar atividades, propor convênios, e organizar reuniões e seminários relativos ao tema da cooperação judiciária.
A decisão foi informada ao Presidente do Comitê Executivo da Rede Nacional de Cooperação Judiciária, o Conselheiro do CNJ Ney José de Freitas. Ficou decidido ainda que comitê terá reuniões periódicas a cada dois meses.
A Rede de Cooperação do Judiciário surgiu a partir das deficiências observadas na comunicação entre os tribunais. O projeto pretende desbloquear entraves e estabelecer novos canais entre magistrados e órgãos do Judiciário, de forma que a tramitação de atos que exijam a participação de mais de um juiz ou mais de um tribunal seja facilitada e os processos possam fluir com mais celeridade.
Com a instalação desse novo sistema, os magistrados com processos que exijam a participação de outro magistrado ou fazer contato com outro tribunal passarão, a procurar o juiz de cooperação que, por sua vez, fará a ponte com os órgãos necessários para a perfeita tramitação do processo - como nos casos, por exemplo, de carta rogatória ou depoimento de testemunhas que estejam em outro estado.

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