O Governo do Estado quer ampliar o número de pequenas adutoras na região Semiárida do Piauí, beneficiando mais de 40 mil pessoas de 40 municípios. São pessoas de baixa renda que residem em regiões de índice pluviométrico muito baixo e que geralmente são as que mais sofrem em períodos de seca como o atual.
Em projeto encaminhado ao Ministério da Integração Nacional, o governador Wilson Martins se propõe a construir mais 250 adutoras, num total de 1.250 quilômetros, num investimento de R$ 24,6 milhões. O Governo do Estado já construiu, e estão em operação, 1.620 quilômetros de pequenas adutoras em 77 municípios, atendendo a uma população de 48 mil habitantes.
Nesta segunda etapa, o governo vai construir as adutoras a partir de poços já existentes, equipados ou não. Elas terão uma extensão média de cinco quilômetros e cada uma deverá atender até 30 famílias por área. “Essas pequenas adutoras estão fazendo a diferença na região do Semiárido”, reconhece o secretário estadual da Defesa Civil, Ubiraci Carvalho.
Na justificativa do projeto, o governo lembra as secas periódicas que assolam a região e que na maioria das vezes acabam em grandes calamidades, provocando sérios danos à agricultura e à pecuária, e criando sérios problemas sociais. Na segunda etapa, serão atendidos municípios e comunidades de baixa renda, carentes de intervenções mais profundas.
O público-alvo do projeto são pessoas que moram em comunidades dispersas com pequenos aglomerados, que possuam de 10 a 30 famílias, em média. Além dos poços, o projeto pretende utilizar açudes, barragens e ramais de adutoras já existentes.
Em projeto encaminhado ao Ministério da Integração Nacional, o governador Wilson Martins se propõe a construir mais 250 adutoras, num total de 1.250 quilômetros, num investimento de R$ 24,6 milhões. O Governo do Estado já construiu, e estão em operação, 1.620 quilômetros de pequenas adutoras em 77 municípios, atendendo a uma população de 48 mil habitantes.
Nesta segunda etapa, o governo vai construir as adutoras a partir de poços já existentes, equipados ou não. Elas terão uma extensão média de cinco quilômetros e cada uma deverá atender até 30 famílias por área. “Essas pequenas adutoras estão fazendo a diferença na região do Semiárido”, reconhece o secretário estadual da Defesa Civil, Ubiraci Carvalho.
Na justificativa do projeto, o governo lembra as secas periódicas que assolam a região e que na maioria das vezes acabam em grandes calamidades, provocando sérios danos à agricultura e à pecuária, e criando sérios problemas sociais. Na segunda etapa, serão atendidos municípios e comunidades de baixa renda, carentes de intervenções mais profundas.
O público-alvo do projeto são pessoas que moram em comunidades dispersas com pequenos aglomerados, que possuam de 10 a 30 famílias, em média. Além dos poços, o projeto pretende utilizar açudes, barragens e ramais de adutoras já existentes.

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