Os agentes penitenciários da penitenciária João de Deus Barros, situado na cidade de Picos, 306 Km de Teresina, realizaram vistoria e apreenderam 35 celulares com bateria e carregadores, 15 papelotes de pedras de crack, 40 armas artesanais, uma máquina leitora de código de barras e um notebook completo com modem para acesso 3G à internet.
De acordo com o presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários e Servidores Administrativos das Secretarias da Justiça e de Segurança Pública do Estado do Piauí – Sinpoljuspi – Vilobaldo Carvalho, os aparelhos foram encontrados na última terça-feira (08) de posse dos detentos. “Isso mostra a fragilidade da penitenciária. A João de Deus Barros foi construída para ofertar 144 vagas. Hoje possui 313 detentos e só cinco agentes penitenciários por plantão”, destaca Vilobaldo Carvalho.
Segundo a assessoria de comunicação da Secretaria da Justiça, o órgão promoverá nesta quinta-feira (10), a partir das 10h, entrevista coletiva para apresentar à imprensa os materiais apreendidos na referida penitenciária.
O presidente do Sinpoljuspi denunciou ainda as fragilidades na estrutura do presídio. “Me disseram que as grades nunca foram reparadas desde o último motim. Não temos como justificar uma situação dessas”, enfatizou o representante dos agentes penitenciários.
De acordo com o presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários e Servidores Administrativos das Secretarias da Justiça e de Segurança Pública do Estado do Piauí – Sinpoljuspi – Vilobaldo Carvalho, os aparelhos foram encontrados na última terça-feira (08) de posse dos detentos. “Isso mostra a fragilidade da penitenciária. A João de Deus Barros foi construída para ofertar 144 vagas. Hoje possui 313 detentos e só cinco agentes penitenciários por plantão”, destaca Vilobaldo Carvalho.
Imagem: Mírian Gomes/GP1
Vilobaldo Carvalho, presidente do Sinpoljuspi
Vilobaldo Carvalho, presidente do SinpoljuspiSegundo a assessoria de comunicação da Secretaria da Justiça, o órgão promoverá nesta quinta-feira (10), a partir das 10h, entrevista coletiva para apresentar à imprensa os materiais apreendidos na referida penitenciária.
O presidente do Sinpoljuspi denunciou ainda as fragilidades na estrutura do presídio. “Me disseram que as grades nunca foram reparadas desde o último motim. Não temos como justificar uma situação dessas”, enfatizou o representante dos agentes penitenciários.
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