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Polícia prende 14 pessoas e 2 mil pedras de crack são apreendidas no litoral piauiense

Após um ano e seis meses de investigações sobre o tráfico de drogas no litoral do Piauí, as polícias civil e militar deflagraram a Operação Nêmesis

Armas, munições, dinheiro, duas mil pedras de crack e 14 pessoas presas foi o saldo da Operação Nêmesis que foi deflagrada na manhã de hoje, dia 22, no litoral piauiense. A operação, realizada pelo Serviço de Inteligência da Polícia Militar do Piauí com o apoio do Batalhão de Operações Especiais (BOPE) e Força Tática do 2º BPM (Major Osmar), em parceria com a Polícia Civil foi coordenada pela Delegacia de Prevenção e Repressão a Entorpecentes – DEPRE e Núcleo de Inteligência da Secretaria de Segurança Pública do Piauí.

Imagem: Polícia MilitarMaterial apreendido pela polícia(Imagem:Polícia Militar)Material apreendido pela polícia

Após um ano e seis meses de investigações sobre o tráfico de drogas no litoral do Piauí, as polícias civil e militar deflagraram a Operação Nêmesis para desarticular duas organizações criminosas responsáveis pela distribuição e comercialização de drogas no Piauí. De acordo com as primeiras informações, as organizações criminosas atuavam em Teresina e tinham ramificações em Parnaíba e Luís Correia.

Imagem: Polícia MilitarCelulares encontrados(Imagem:Polícia Militar)Celulares encontrados

O trabalho em parceria das polícias civil e militar identificou um esquema de comercialização de drogas na cidade de Parnaíba cujos principais responsáveis eram ligados ao indivíduo conhecido como “Zé Maria Cobra”, que estava preso na Casa de Custódia “José Ribamar Leite”, em Teresina. As investigações mostraram que “Zé Maria Cobra” comandava as ações criminosas de seu bando no litoral de dentro da Casa de Custódia.

Imagem: Polícia MilitarA polícia apreendeu R$ 2 mil(Imagem:Polícia Militar)A polícia apreendeu 2 mil pedras de crack

A investigação também mostrou que havia uma disputa que envolvia o grupo criminoso liderado pelo nacional “Paulo Cartegiane”, rival de Zé Maria Cobra, que passou a disputar com aquele a venda de entorpecentes no Litoral. O resultado dessa briga foi a morte dos líderes Zé Maria Cobra e Paulo Cartegiane.

A operação que envolveu cerca de 60 policiais civis e militares deu cumprimento a 18 mandados de prisão temporária, 21 mandados de busca e apreensão e resultou na prisão de Antonio Araújo Miranda (havia sido preso na Operação Peçanha da PF), Thiago de Araújo Castro (vulgo Thiagão), Desson de Araújo Miranda (irmão de Antonio de Araújo Miranda). Foram presas três mulheres também envolvidas com a quadrilha envolvidas, além de um revólver calibre .38 com munição, uma carabina .44 (papo amarelo) com sete munições, um quilo de pasta pura de cocaína, aproximadamente 2.000 pedras de crack e mais de R$ 2.000 reais.

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