Enfermeiros e técnicos de sala de vacina dos 14 municípios jurisdicionados à IV Coordenação Regional de Saúde do Piauí participarão nesta sexta-feira (6) da reunião Técnica de Implantação da Vacina Pentavalente e Vacina Inativa Poliomielite. O evento vai acontecer no auditório da Coordenação Estadual de Imunização/ Rede de Frios, durante todo dia.
De acordo com Vinícius Oliveira, coordenador da IV Regional de Saúde, o encontro se faz necessário porque serão introduzidas mudanças no calendário básico de vacinação infantil a partir do segundo semestre do ano.
“No caso da poliomielite, a aplicação da dose injetável não irá retirar as doses orais já aplicadas nas campanhas do calendário de vacinação. Será implantado um esquema seqüencial, com as duas vacinas, até que a doença seja totalmente erradicada. A imunização injetável será aplicada aos 2 e aos 4 meses de idade e a vacina oral será utilizada nos reforços, aos 6 e aos 15 meses de idade”, declara o coordenador.
Vinícius acrescentou ainda, que para a vacina pentavalente, a mudança reunirá, em uma única dose, imunizações contra difteria, tétano, coqueluche, haemophilus, Influenza tipo B e hepatite B. Atualmente, a imunização para essas doenças é oferecida em duas vacinas.
Outra mudança será feita no calendário básico de vacinação a partir do segundo semestre. Antes, a criança precisava ser vacinada do nascimento até os 6 meses, sem intervalo e com doses diferenciadas contra as doenças. Com a alteração, as vacinas contra BCG e Hepatite B serão feitas ao nascer e, depois, somente com 2 meses, quando os bebês receberão a dose da nova vacina pentavalente e da poliomielite inativada. “Essa foi uma das reduções das picadinhas que aconteceram no calendário, que deve reduzir ainda mais conforme o projeto do governo”, observou, Vinícius.
Além disso, no novo calendário, a vacina pentavalente terá uma terceira dose, aos 6 meses. Neste período, a criança também receberá a dose da vacina oral contra a poliomielite e a vacina pneumocócica 10, que será mantida, da mesma forma que a Rotavírus Humano.
Para reduzir ainda mais o número de “picadinhas”, o coordenador da IV Regional adiantou que, no prazo de quatro anos, o governo deverá transformar a atual pentavalente em heptavalente, com a inclusão das vacinas inativada poliomielite e meningite C conjugada.
As mudanças realizadas pelo governo integram a política de aperfeiçoamento do Programa Nacional de Imunizações, estimulando o desenvolvimento tecnológico e diminuindo a dependência do mercado externo.
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De acordo com Vinícius Oliveira, coordenador da IV Regional de Saúde, o encontro se faz necessário porque serão introduzidas mudanças no calendário básico de vacinação infantil a partir do segundo semestre do ano.
“No caso da poliomielite, a aplicação da dose injetável não irá retirar as doses orais já aplicadas nas campanhas do calendário de vacinação. Será implantado um esquema seqüencial, com as duas vacinas, até que a doença seja totalmente erradicada. A imunização injetável será aplicada aos 2 e aos 4 meses de idade e a vacina oral será utilizada nos reforços, aos 6 e aos 15 meses de idade”, declara o coordenador.
Vinícius acrescentou ainda, que para a vacina pentavalente, a mudança reunirá, em uma única dose, imunizações contra difteria, tétano, coqueluche, haemophilus, Influenza tipo B e hepatite B. Atualmente, a imunização para essas doenças é oferecida em duas vacinas.
Outra mudança será feita no calendário básico de vacinação a partir do segundo semestre. Antes, a criança precisava ser vacinada do nascimento até os 6 meses, sem intervalo e com doses diferenciadas contra as doenças. Com a alteração, as vacinas contra BCG e Hepatite B serão feitas ao nascer e, depois, somente com 2 meses, quando os bebês receberão a dose da nova vacina pentavalente e da poliomielite inativada. “Essa foi uma das reduções das picadinhas que aconteceram no calendário, que deve reduzir ainda mais conforme o projeto do governo”, observou, Vinícius.
Além disso, no novo calendário, a vacina pentavalente terá uma terceira dose, aos 6 meses. Neste período, a criança também receberá a dose da vacina oral contra a poliomielite e a vacina pneumocócica 10, que será mantida, da mesma forma que a Rotavírus Humano.
Para reduzir ainda mais o número de “picadinhas”, o coordenador da IV Regional adiantou que, no prazo de quatro anos, o governo deverá transformar a atual pentavalente em heptavalente, com a inclusão das vacinas inativada poliomielite e meningite C conjugada.
As mudanças realizadas pelo governo integram a política de aperfeiçoamento do Programa Nacional de Imunizações, estimulando o desenvolvimento tecnológico e diminuindo a dependência do mercado externo.
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