A greve dos docentes da Universidade Federal do Piauí (UFPI) completa hoje (14) três meses, e segundo o comando local a greve continua forte, mesmo com a decisão do governo de encerrar as negociações e o reitor Luis júnior ameaçar cortar o ponto dos grevistas.
Segundo o presidente da ADUFPI Mário Ângelo “O Governo Federal e o Reitor da UFPI vêm assediando os professores, ameaçando-os com o corte de ponto ilegalmente. Por parte da Administração da UFPI, a preocupação não é com a relevante normalização das atividades, mas tem como único objetivo viabilizar a eleição de reitor sob seu comando, para poder influenciar no seu resultado. A escolha de alinhar-se ao MEC e punir os docentes é própria do Reitor da UFPI, diferenciando-se de outros Reitores, como UNB, UFCG e UFRRJ, que vêm se manifestando contra o corte de ponto dos professores”.
Hoje (14), às 15h, acontece uma nova assembléia geral dos professores da UFPI em todos os campi. Em Teresina será no auditório da ADUFPI para construirmos uma contraproposta para ser encaminhada ao ANDES para uma renegociação com o governo federal e debater ações para a intensificação da greve.
“Os professores vão avaliar alternativas de contrapropostas a serem apresentadas ao governo, em Brasília. Os comandos Nacional e local de Greve estão trabalhando em formular e sugerir alternativas para o governo e, aliado a isso, abrir o processo de negociação sobre reestruturação da carreira e a valorização e melhoria das condições de trabalho docente nas IFE”. Finalizou o presidente da ADUFPI.
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Segundo o presidente da ADUFPI Mário Ângelo “O Governo Federal e o Reitor da UFPI vêm assediando os professores, ameaçando-os com o corte de ponto ilegalmente. Por parte da Administração da UFPI, a preocupação não é com a relevante normalização das atividades, mas tem como único objetivo viabilizar a eleição de reitor sob seu comando, para poder influenciar no seu resultado. A escolha de alinhar-se ao MEC e punir os docentes é própria do Reitor da UFPI, diferenciando-se de outros Reitores, como UNB, UFCG e UFRRJ, que vêm se manifestando contra o corte de ponto dos professores”.
Imagem: Reprodução
Presidente da ADUFPI, Mário Ângelo
Na quarta-feira (15), os docentes da UFPI se juntarão as demais categorias em greve para realizar uma nova marcha em Brasília, e a nível local realizarão um ato público ás 9h no TRE para mostrar a indignação dos servidores públicos contra o desrespeito do governo. Os docentes também buscam apoio de parlamentares para a criação da frente em defesa da reabertura de negociações.
Presidente da ADUFPI, Mário ÂngeloHoje (14), às 15h, acontece uma nova assembléia geral dos professores da UFPI em todos os campi. Em Teresina será no auditório da ADUFPI para construirmos uma contraproposta para ser encaminhada ao ANDES para uma renegociação com o governo federal e debater ações para a intensificação da greve.
“Os professores vão avaliar alternativas de contrapropostas a serem apresentadas ao governo, em Brasília. Os comandos Nacional e local de Greve estão trabalhando em formular e sugerir alternativas para o governo e, aliado a isso, abrir o processo de negociação sobre reestruturação da carreira e a valorização e melhoria das condições de trabalho docente nas IFE”. Finalizou o presidente da ADUFPI.
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