Por meio do Programa Alimentos Seguros (PAS), o SENAI/PI está atendendo com consultoria e treinamento 10 Microempresas de processamento de polpa de frutas e beneficiamento da castanha do caju nos municípios de Bela Vista do Piauí, São João do Piauí, São Raimundo Nonato, Picos e região ligados a agricultura familiar. As ações estão sendo desenvolvidas em parceria com o Sebrae/PI.
De acordo com o coordenador do PAS e consultor técnico do programa, Paulo Sérgio de Sales Pires, o objetivo é aumentar a segurança e a qualidade dos alimentos produzidos agregando valor e aumentando as perspectivas de mercado. Segundo ele, a maioria das empresas tem a participação de agricultores com baixo nível de escolaridade e que diversificam os produtos cultivados para diluir custos, aumentar a renda e aproveitar as oportunidades de oferta ambiental e disponibilidade de mão-de-obra.
“A meta principal é difundir e apoiar a implantação das Boas Práticas de Fabricação (BPF), utilizado na produção de alimentos seguros à saúde e com qualidade”, afirma Pires, acrescentando que as ações visam a implantação de Boas Praticas de Fabricação (BPF) e dos Procedimentos Operacionais Padrão (POP).
“Com isso a organização das unidades produtivas vão garantir resultados que levam a satisfação dos consumidores; maior competitividade e ampliação de conquista de novos mercados, além da redução de perdas de matérias-primas, embalagens e produtos; atendimento a legislação, diminuição de desperdícios, segurança e inocuidade dos alimentos produzidos, redução de impactos ambientais, dentre outros”, explicou o coordenador.
Paulo Pires enfatizou ainda, que no Piauí, essas pequenas fábricas de processamento da castanha de caju, processamento de polpa de umbu, manga e tamarindo paralelamente ao treinamento de mão-de-obra, permitem que os pequenos agricultores comercializem sua produção no mercado interno e externo. “São projetos interessantes dentro de assentamentos rurais que podem ser vitrine para outros”, afirmou.
“A agricultura familiar tem pressa. Atender á demanda dessa importante parcela da população brasileira é um desafio gratificante e fundamental para uma sociedade mais justa e harmoniosa, para isso a Federação das Indústrias do Estado do Piauí, através de suas entidades está contribuindo com ações voltadas para esse segmento popular”, disse o presidente da instituição e vice-governador do Estado, Zé Filho.
Para ele, a aceleração do processo de desenvolvimento social e econômico do Estado do Piauí, exige a intensificação de ações voltadas para a qualidade no sentido de colocar as empresas do estado como referencial de geração de produtos seguros e com qualidade para competitividade no mercado interno e externo.
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De acordo com o coordenador do PAS e consultor técnico do programa, Paulo Sérgio de Sales Pires, o objetivo é aumentar a segurança e a qualidade dos alimentos produzidos agregando valor e aumentando as perspectivas de mercado. Segundo ele, a maioria das empresas tem a participação de agricultores com baixo nível de escolaridade e que diversificam os produtos cultivados para diluir custos, aumentar a renda e aproveitar as oportunidades de oferta ambiental e disponibilidade de mão-de-obra.
“A meta principal é difundir e apoiar a implantação das Boas Práticas de Fabricação (BPF), utilizado na produção de alimentos seguros à saúde e com qualidade”, afirma Pires, acrescentando que as ações visam a implantação de Boas Praticas de Fabricação (BPF) e dos Procedimentos Operacionais Padrão (POP).
“Com isso a organização das unidades produtivas vão garantir resultados que levam a satisfação dos consumidores; maior competitividade e ampliação de conquista de novos mercados, além da redução de perdas de matérias-primas, embalagens e produtos; atendimento a legislação, diminuição de desperdícios, segurança e inocuidade dos alimentos produzidos, redução de impactos ambientais, dentre outros”, explicou o coordenador.
Paulo Pires enfatizou ainda, que no Piauí, essas pequenas fábricas de processamento da castanha de caju, processamento de polpa de umbu, manga e tamarindo paralelamente ao treinamento de mão-de-obra, permitem que os pequenos agricultores comercializem sua produção no mercado interno e externo. “São projetos interessantes dentro de assentamentos rurais que podem ser vitrine para outros”, afirmou.
“A agricultura familiar tem pressa. Atender á demanda dessa importante parcela da população brasileira é um desafio gratificante e fundamental para uma sociedade mais justa e harmoniosa, para isso a Federação das Indústrias do Estado do Piauí, através de suas entidades está contribuindo com ações voltadas para esse segmento popular”, disse o presidente da instituição e vice-governador do Estado, Zé Filho.
Para ele, a aceleração do processo de desenvolvimento social e econômico do Estado do Piauí, exige a intensificação de ações voltadas para a qualidade no sentido de colocar as empresas do estado como referencial de geração de produtos seguros e com qualidade para competitividade no mercado interno e externo.
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