Um grito ecoou forte pelas ruas de São Raimundo Nonato na sexta-feira (3). As vozes de centenas de trabalhadores rurais se uniram em um único tom para chamar a atenção da sociedade civil e ao mesmo tempo cobrar ações efetivas do poder público para o problema da estiagem que assola milhares de famílias da região.
O ato denominado “Marcha do Grito do Semiárido”, organizado pelas entidades da sociedade civil, movimentos populares e organizações que formam o Fórum Territorial da Sociedade Civil Sobre Estiagem, reuniu aproximadamente mil trabalhadores rurais nas ruas do município de São Raimundo Nonato, a 530 km de Teresina. Homens e mulheres, jovens e adultos de mais de 22 cidades das regiões Sul e Sudeste do Piauí – todos com a “sede de políticas públicas” estampada no semblante, nos cartazes e nas falas.
Uma audiência pública com representantes de órgãos públicos, entre eles Conab, MDA e Defesa Civil, foi realizada ao final da marcha e colocou em pauta a liberação de linhas de crédito para os agricultores, o acesso à água de qualidade para consumo e para produção, e a concretização de ações estruturantes para a convivência pacífica com os períodos de estiagem característicos do semiárido brasileiro.
- Com essa caminhada, as pessoas terão uma ideia da situação pela qual estamos passando. Uma mínima noção do que estamos vivendo – pontua o jovem Leandro Marques, filho de agricultores e estudante de 16 anos que cobra melhorias nas condições de vida do homem do campo.
Um documento conclusivo a respeito das questões discutidas durante audiência será preparado pelo Fórum Territorial da Sociedade Civil Sobre Estiagem.
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Imagem: Divulgação
Grito do Semiárido
Grito do SemiáridoO ato denominado “Marcha do Grito do Semiárido”, organizado pelas entidades da sociedade civil, movimentos populares e organizações que formam o Fórum Territorial da Sociedade Civil Sobre Estiagem, reuniu aproximadamente mil trabalhadores rurais nas ruas do município de São Raimundo Nonato, a 530 km de Teresina. Homens e mulheres, jovens e adultos de mais de 22 cidades das regiões Sul e Sudeste do Piauí – todos com a “sede de políticas públicas” estampada no semblante, nos cartazes e nas falas.
Uma audiência pública com representantes de órgãos públicos, entre eles Conab, MDA e Defesa Civil, foi realizada ao final da marcha e colocou em pauta a liberação de linhas de crédito para os agricultores, o acesso à água de qualidade para consumo e para produção, e a concretização de ações estruturantes para a convivência pacífica com os períodos de estiagem característicos do semiárido brasileiro.
Imagem: Divulgação
Grito do Semiárido
Grito do Semiárido- Com essa caminhada, as pessoas terão uma ideia da situação pela qual estamos passando. Uma mínima noção do que estamos vivendo – pontua o jovem Leandro Marques, filho de agricultores e estudante de 16 anos que cobra melhorias nas condições de vida do homem do campo.
Um documento conclusivo a respeito das questões discutidas durante audiência será preparado pelo Fórum Territorial da Sociedade Civil Sobre Estiagem.
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