A sexualidade e os cuidados com a saúde que mulheres com relações homoafetivas ou bissexuais devem ter foram alguns dos temas debatidos neste sábado (19), em Teresina, durante a palestra Conversando Sobre Sexo, promovida pelo Grupo Matizes. A atividade foi conduzida pela ginecologista Andrea Rufino, que possui uma pesquisa inédita no Brasil sobre a saúde preventiva de mulheres que mantêm relações homoafetivas.
De acordo com Andrea, as mulheres lésbicas ou bissexuais têm consciência de que precisam se consultar com ginecologista regularmente, assim como as heterossexuais. Entretanto, ainda é recorrente a dificuldade das pacientes em se comunicar com médico sobre a sua opção sexual e, assim, muitas saem do consultório sem saber quais atitudes são necessárias para se prevenir de doenças sexualmente transmissíveis (DST), por exemplo.
“Muitas mulheres acham que não precisam se preocupar com a transmissão de DST por não ter relações sexuais com homens, o que é um erro. Evitar o compartilhamento ou usar preservativos nos brinquedos eróticos, por exemplo, são atitudes preventivas que este público não adota regularmente”, afirma Andrea.
A pesquisa foi feita com 420 mulheres lésbicas ou bissexuais de todas as regiões brasileiras. Elas responderam questionários através da internet e os primeiros resultados das análises serão divulgados no próximo mês de novembro, em um congresso nacional de ginecologia, que acontecerá em Salvador (BA). “Minha ideia é dar voz às mulheres e fazer com que a pesquisa gere reflexões também entre os próprios médicos”, enfatizou Andrea Rufino.
Carmem Ribeiro, coordenadora geral do Grupo Matize lembrou que a atividade é mais uma promoção do Projeto Tecendo Direitos, Construindo Cidadania, desenvolvido pelo grupo e voltado para dar assistência jurídica e orientações para a população LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transexuais) no Piauí.
“O projeto também possui a responsabilidade de formação, de transmissão de conhecimentos e direitos. Neste sentido, a palestra veio exatamente para descontruir tabus e preconceitos, promovendo a saúde das mulheres”, finalizou Carmem Ribeiro. A palestra aconteceu no auditório do Centro de Referência e Assistência Social (CREAS POP), localizado no Centro de Teresina.
De acordo com Andrea, as mulheres lésbicas ou bissexuais têm consciência de que precisam se consultar com ginecologista regularmente, assim como as heterossexuais. Entretanto, ainda é recorrente a dificuldade das pacientes em se comunicar com médico sobre a sua opção sexual e, assim, muitas saem do consultório sem saber quais atitudes são necessárias para se prevenir de doenças sexualmente transmissíveis (DST), por exemplo.
Imagem: Divulgação
Pesquisadora fala da saúde da mulher em palestra do Grupo Matizes
Pesquisadora fala da saúde da mulher em palestra do Grupo Matizes“Muitas mulheres acham que não precisam se preocupar com a transmissão de DST por não ter relações sexuais com homens, o que é um erro. Evitar o compartilhamento ou usar preservativos nos brinquedos eróticos, por exemplo, são atitudes preventivas que este público não adota regularmente”, afirma Andrea.
A pesquisa foi feita com 420 mulheres lésbicas ou bissexuais de todas as regiões brasileiras. Elas responderam questionários através da internet e os primeiros resultados das análises serão divulgados no próximo mês de novembro, em um congresso nacional de ginecologia, que acontecerá em Salvador (BA). “Minha ideia é dar voz às mulheres e fazer com que a pesquisa gere reflexões também entre os próprios médicos”, enfatizou Andrea Rufino.
Carmem Ribeiro, coordenadora geral do Grupo Matize lembrou que a atividade é mais uma promoção do Projeto Tecendo Direitos, Construindo Cidadania, desenvolvido pelo grupo e voltado para dar assistência jurídica e orientações para a população LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transexuais) no Piauí.
“O projeto também possui a responsabilidade de formação, de transmissão de conhecimentos e direitos. Neste sentido, a palestra veio exatamente para descontruir tabus e preconceitos, promovendo a saúde das mulheres”, finalizou Carmem Ribeiro. A palestra aconteceu no auditório do Centro de Referência e Assistência Social (CREAS POP), localizado no Centro de Teresina.
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