Os médicos do Hospital de Urgência de Teresina (HUT) entraram em contato para denunciar vários desmandos perpetrados pela Fundação Hospitalar de Teresina e pela direção do hospital que ao final quem mais sofre é povo que paga seus impostos para ter serviços de qualidade, entretanto só levam a pior.
Entretanto, de acordo com os médicos ortopedistas, devido à ingerência e instabilidade do presidente da FHT, que começou diminuindo valores da produtividade dos profissionais sobre o que já tinha produzido de valores de R$ 5.000,00, sem justificativa alguma, apenas de sua livre e espontânea vontade. Para agradar não se sabe quem.
Não satisfeitos os ortopedistas pararam e exigiram uma reunião com o próprio presidente Aderivaldo Andrade e com o diretor do HUT Gilberto Albuquerque, onde foram firmadas as propostas do documento abaixo, de comum acordo com todos e devidamente assinado pelo presidente e demais médicos. Os ortopedistas voltaram então a produzir novamente, baseado no que foi acordado.
Mas, os médicos foram surpreendidos com a divulgação de que os mesmos recebiam R$ 43 mil reais sem jamais terem recebidos, apenas para jogar a população contra a categoria e forçar uma nova redução destes valores, sendo que já haviam sido reduzidos R$ 7 mil reais de cada profissional do que já se tinha produzido.
Os médicos denunciam ainda que os mais novos sofrem assédio moral, sob constante ameaça de demissão e transferência.
Todos os setores estão insatisfeitos com o HUT e no fim quem mais sofre é a população.
A título de exemplo, os médicos fizeram uma comparação de que um paciente operado há quatro meses atrás permanecia hospitalizado de dois a três dias no caso de fratura de fêmur, enquanto que atualmente passa cerca de 40 dias ocupando leitos.
Trata-se de uma economia burra e desnecessária, pois quarenta dias internado com alimentação, curativos, alimentação, medicamentos, acompanhante, etc, sai muito mais caro do que o valor pago ao médico que era de R$ 200,00 por cirurgia.
Confira o documento do acordo entre a administração e os médicos do HUT onde afirmam que o acordo está sendo descumprido.
Outro lado
Em entrevista ao GP1, o presidente da Fundação Hospitalar de Teresina (FHT), Aderivaldo Andrade, afirmou que a denúncia feita contra a Fundação e os valores publicados no Portal da Transparência do Piauí referentes ao pagamento da classe médica não é verdadeira.
“Essa denúncia não é verdadeira, os valores que foram publicados no Portal da Transparência são reais, não posso mentir nem falsificar qualquer tipo de valor no Portal, isso é errado”, declarou o presidente.
Ainda em entrevista, Aderivaldo Andrade, declarou que essa denúncia onde os médicos afirmam não receber o que está sendo publicado não condiz já que os contra-cheques provam a veracidade dos valores. “Quem fez a denúncia deveria apresentar o contra-cheque e o extrato bancário da conta, dá pra vê neles a verdade dos fatos, que o que está sendo pago condiz com o serviço prestado e com os descontos de impostos. Basta olhar o contra-cheque e tudo se explica”. E continua, “essa pessoa que fez essa denúncia agiu de má fé, apenas para causar tumulto”.
O presidente ainda esclarece a mudança de valores nos salários desde setembro desse ano. “Antes os salários chegavam até R$ 40 mil que com os descontos ficam perto dos R$ 30 ou R$ 31 mil, mas de setembro para cá resolvemos pagar o teto para evitar discrepância entre os salários pagos. Hoje o maior salário pago a um médico é o teto de R$ 28 mil que equivale a soma de dois vínculos e o acúmulo de cirurgias realizadas em vários hospitais durante o mês”.
Concluindo a entrevista o presidente da FHT, voltou a afirmar que a denúncia não era verídica e que todos os valores eram facilmente explicados com os contra-cheques dos médicos.
Imagem: Reprodução
Aderivaldo Andrade
Segundo eles, os pacientes com fraturas estão se acumulando no Hospital de Urgência de Teresina, principalmente os casos mais complicados. Em total contraste de três a quatro meses atrás, onde a resolutividade do HUT estava melhor e mais rápida que qualquer outro hospital particular, devido ao incentivo e estímulo a produção extra que o hospital pagava.
Aderivaldo AndradeEntretanto, de acordo com os médicos ortopedistas, devido à ingerência e instabilidade do presidente da FHT, que começou diminuindo valores da produtividade dos profissionais sobre o que já tinha produzido de valores de R$ 5.000,00, sem justificativa alguma, apenas de sua livre e espontânea vontade. Para agradar não se sabe quem.
Não satisfeitos os ortopedistas pararam e exigiram uma reunião com o próprio presidente Aderivaldo Andrade e com o diretor do HUT Gilberto Albuquerque, onde foram firmadas as propostas do documento abaixo, de comum acordo com todos e devidamente assinado pelo presidente e demais médicos. Os ortopedistas voltaram então a produzir novamente, baseado no que foi acordado.
Mas, os médicos foram surpreendidos com a divulgação de que os mesmos recebiam R$ 43 mil reais sem jamais terem recebidos, apenas para jogar a população contra a categoria e forçar uma nova redução destes valores, sendo que já haviam sido reduzidos R$ 7 mil reais de cada profissional do que já se tinha produzido.
Os médicos denunciam ainda que os mais novos sofrem assédio moral, sob constante ameaça de demissão e transferência.
Todos os setores estão insatisfeitos com o HUT e no fim quem mais sofre é a população.
A título de exemplo, os médicos fizeram uma comparação de que um paciente operado há quatro meses atrás permanecia hospitalizado de dois a três dias no caso de fratura de fêmur, enquanto que atualmente passa cerca de 40 dias ocupando leitos.
Trata-se de uma economia burra e desnecessária, pois quarenta dias internado com alimentação, curativos, alimentação, medicamentos, acompanhante, etc, sai muito mais caro do que o valor pago ao médico que era de R$ 200,00 por cirurgia.
Confira o documento do acordo entre a administração e os médicos do HUT onde afirmam que o acordo está sendo descumprido.
Imagem: reprodução
Documento do acordoImagem: reprodução
Documento do acordoImagem: reproduçãoImagem: reprodução
Documento do Acordo devidamente assinado
Documento do Acordo devidamente assinadoImagem: reprodução
Documento do Acordo
Documento do AcordoOutro lado
Em entrevista ao GP1, o presidente da Fundação Hospitalar de Teresina (FHT), Aderivaldo Andrade, afirmou que a denúncia feita contra a Fundação e os valores publicados no Portal da Transparência do Piauí referentes ao pagamento da classe médica não é verdadeira.
“Essa denúncia não é verdadeira, os valores que foram publicados no Portal da Transparência são reais, não posso mentir nem falsificar qualquer tipo de valor no Portal, isso é errado”, declarou o presidente.
Ainda em entrevista, Aderivaldo Andrade, declarou que essa denúncia onde os médicos afirmam não receber o que está sendo publicado não condiz já que os contra-cheques provam a veracidade dos valores. “Quem fez a denúncia deveria apresentar o contra-cheque e o extrato bancário da conta, dá pra vê neles a verdade dos fatos, que o que está sendo pago condiz com o serviço prestado e com os descontos de impostos. Basta olhar o contra-cheque e tudo se explica”. E continua, “essa pessoa que fez essa denúncia agiu de má fé, apenas para causar tumulto”.
O presidente ainda esclarece a mudança de valores nos salários desde setembro desse ano. “Antes os salários chegavam até R$ 40 mil que com os descontos ficam perto dos R$ 30 ou R$ 31 mil, mas de setembro para cá resolvemos pagar o teto para evitar discrepância entre os salários pagos. Hoje o maior salário pago a um médico é o teto de R$ 28 mil que equivale a soma de dois vínculos e o acúmulo de cirurgias realizadas em vários hospitais durante o mês”.
Concluindo a entrevista o presidente da FHT, voltou a afirmar que a denúncia não era verídica e que todos os valores eram facilmente explicados com os contra-cheques dos médicos.
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