Com o intuito de defender a atuação e ampliar o mercado de trabalho dos Economistas no Estado do Piauí, o Conselho Regional de Economia- Corecon/PI está fiscalizando instituições públicas e privadas através de procedimentos diretos e indiretos definidos pelo Conselho Federal de Economia- Cofecon.
Segundo o Economista Clenilson Cruz Lima, responsável pelo processo de fiscalização da Instituição, o trabalho de forma direta se desenvolve por meio de visita in loco à instituição, a empresa ou órgão. “Estes são definidos segundo critérios pré-estabelecidos no plano de fiscalização do Conselho, e tem como finalidade verificar alguma possível irregularidade no exercício da profissão”, explica Clenilson.
Dentre as instituições fiscalizadas de forma direta está o Banco do Nordeste, responsável pelo financiamento de diversos projetos no estado do Piauí. “Muitos destes projetos necessitam do estudo e do conhecimento de um economista, fato que motivou nossa reunião com a Superintendência”, explica o presidente do Corecon/PI, Francisco Sousa.
De acordo com o economista, após a reunião, ficou encaminhado quanto à exigência de ART de economista em diversas situações, como no item que envolve estudo de viabilidade economica-financeira, para a concessão de recursos financeiros de financiamento dos projetos apoiados pelo Banco.
Outra Instituição visitada foi a Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico do Estado- SEDET, responsável pela concessão de incentivos fiscais no Estado e que ainda não possui representante da categoria dos economistas na comissão que avalia as concessões de incentivo. O Secretário Warton Santos acenou com apoio ao Conselho e encaminhou o assunto para análise.
Segundo o economista responsável por este trabalho junto ao Conselho Regional, existe ainda a fiscalização indireta, que é feia de forma documental junto às Instituições. “Se desenvolve por meio do envio de ofícios, solicitando à Instituição informações sobre as atividades desempenhadas, a estrutura de cargos e funções dentre entre outras coisas”, explica Clenilson.
Neste sentido, foram feitas as fiscalizações nas Faculdades e Universidades do estado do Piauí. A estas foram solicitadas informações sobre os cursos, as disciplinas e os profissionais que ministram as disciplinas com conteúdo na área de economia. Das 16 situações analisadas, cerca de 70% se manifestaram informando os dados solicitados. De posse dos dados, ficou constatado que, dos 22 profissionais docentes, apenas 16 são economistas registrados; os demais não são economistas e atuam principalmente no interior do Estado ministrando disciplinas para os cursos de Direito e Administração na Universidade Estadual do Piauí-UESPI. O Conselho estará atuando junto à UESPI de forma a incentivá-la a regularizar esta situação.
Curta a página do GP1 no facebook: www.facebook.com/PortalGP1
Segundo o Economista Clenilson Cruz Lima, responsável pelo processo de fiscalização da Instituição, o trabalho de forma direta se desenvolve por meio de visita in loco à instituição, a empresa ou órgão. “Estes são definidos segundo critérios pré-estabelecidos no plano de fiscalização do Conselho, e tem como finalidade verificar alguma possível irregularidade no exercício da profissão”, explica Clenilson.
Dentre as instituições fiscalizadas de forma direta está o Banco do Nordeste, responsável pelo financiamento de diversos projetos no estado do Piauí. “Muitos destes projetos necessitam do estudo e do conhecimento de um economista, fato que motivou nossa reunião com a Superintendência”, explica o presidente do Corecon/PI, Francisco Sousa.
De acordo com o economista, após a reunião, ficou encaminhado quanto à exigência de ART de economista em diversas situações, como no item que envolve estudo de viabilidade economica-financeira, para a concessão de recursos financeiros de financiamento dos projetos apoiados pelo Banco.
Outra Instituição visitada foi a Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico do Estado- SEDET, responsável pela concessão de incentivos fiscais no Estado e que ainda não possui representante da categoria dos economistas na comissão que avalia as concessões de incentivo. O Secretário Warton Santos acenou com apoio ao Conselho e encaminhou o assunto para análise.
Segundo o economista responsável por este trabalho junto ao Conselho Regional, existe ainda a fiscalização indireta, que é feia de forma documental junto às Instituições. “Se desenvolve por meio do envio de ofícios, solicitando à Instituição informações sobre as atividades desempenhadas, a estrutura de cargos e funções dentre entre outras coisas”, explica Clenilson.
Neste sentido, foram feitas as fiscalizações nas Faculdades e Universidades do estado do Piauí. A estas foram solicitadas informações sobre os cursos, as disciplinas e os profissionais que ministram as disciplinas com conteúdo na área de economia. Das 16 situações analisadas, cerca de 70% se manifestaram informando os dados solicitados. De posse dos dados, ficou constatado que, dos 22 profissionais docentes, apenas 16 são economistas registrados; os demais não são economistas e atuam principalmente no interior do Estado ministrando disciplinas para os cursos de Direito e Administração na Universidade Estadual do Piauí-UESPI. O Conselho estará atuando junto à UESPI de forma a incentivá-la a regularizar esta situação.
Curta a página do GP1 no facebook: www.facebook.com/PortalGP1
Ver todos os comentários | 0 |