A implantação do Processo Judicial Eletrônico da Justiça do Trabalho (PJe-JT) foi um dos temas discutidos durante reunião ocorrida na última terça-feira (19), em Brasília, entre os presidentes das seccionais da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e a diretoria do Conselho Federal da entidade, com a presença do presidente, Marcus Vinicius Furtado Coêlho.
Os presidentes reuniram-se, ainda, com os conselheiros do Conselho Nacional de Justiça, dentre eles o Ministro Corregedor Francisco Falcão, e os representantes da OAB, Jorge Hélio e Jefferson Kravchychyn, ocasião na qual Marcus Vinicius manifestou-se expressamente acerca das dificuldades para implantação automática do PJe-JT.
Na ocasião, os advogados apresentaram os obstáculos de cada Estado para a implantação do sistema. Todos os presidentes de Seccionais foram unânimes ao defender a adoção de um tempo maior de transição para que a advocacia se adeque às novas regras.
O presidente da OAB-PI, Willian Guimarães, manifestou-se pela necessidade de implantação mais paulatina, considerando “a ausência de acesso à internet de boa qualidade em todos os municípios do Estado do Piauí, assim como em razão do problema de energia que vivenciamos”.
Outro ponto destacado por ele diz respeito aos valores dos equipamentos de certificação. Guimarães sugeriu ao Conselho Federal da OAB que assuma nova negociação com as empresas autorizadas ao fornecimento da certificação. “É necessário reduzir os custos. Consideramos os valores atuais ainda muito elevados para a realidade do Estado”, frisa.
Atualmente, o advogado paga R$ 235 por uma certificação com validade de três anos.
O primeiro colégio de presidentes de seccionais foi marcado para os dias 25 e 26 de abril, em Belém-PA. Na pauta, foi sugerida a inclusão dos honorários de sucumbência na Justiça do Trabalho. “Esse tema deve ser enfrentado com muita firmeza pela OAB na atual gestão, considerando a situação de iniquidade atualmente vivenciada, em que a advocacia trabalhista, em regra, não tem direito a percepção dessa verba”, assevera Guimarães.
À noite, os advogados participaram de jantar com ministros do Superior Tribunal de Justiça, durante o qual se tratou do aviltamento da fixação de honorários advocatícios pelo judiciário.
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Os presidentes reuniram-se, ainda, com os conselheiros do Conselho Nacional de Justiça, dentre eles o Ministro Corregedor Francisco Falcão, e os representantes da OAB, Jorge Hélio e Jefferson Kravchychyn, ocasião na qual Marcus Vinicius manifestou-se expressamente acerca das dificuldades para implantação automática do PJe-JT.
Imagem: Reprodução
Presidentes das Seccionais discutem implantação do Processo Judicial Eletrônico
Presidentes das Seccionais discutem implantação do Processo Judicial EletrônicoNa ocasião, os advogados apresentaram os obstáculos de cada Estado para a implantação do sistema. Todos os presidentes de Seccionais foram unânimes ao defender a adoção de um tempo maior de transição para que a advocacia se adeque às novas regras.
O presidente da OAB-PI, Willian Guimarães, manifestou-se pela necessidade de implantação mais paulatina, considerando “a ausência de acesso à internet de boa qualidade em todos os municípios do Estado do Piauí, assim como em razão do problema de energia que vivenciamos”.
Imagem: Reprodução
Willian Guimarães
Willian GuimarãesOutro ponto destacado por ele diz respeito aos valores dos equipamentos de certificação. Guimarães sugeriu ao Conselho Federal da OAB que assuma nova negociação com as empresas autorizadas ao fornecimento da certificação. “É necessário reduzir os custos. Consideramos os valores atuais ainda muito elevados para a realidade do Estado”, frisa.
Atualmente, o advogado paga R$ 235 por uma certificação com validade de três anos.
O primeiro colégio de presidentes de seccionais foi marcado para os dias 25 e 26 de abril, em Belém-PA. Na pauta, foi sugerida a inclusão dos honorários de sucumbência na Justiça do Trabalho. “Esse tema deve ser enfrentado com muita firmeza pela OAB na atual gestão, considerando a situação de iniquidade atualmente vivenciada, em que a advocacia trabalhista, em regra, não tem direito a percepção dessa verba”, assevera Guimarães.
Imagem: Reprodução
Na ocasião, os advogados apresentaram os obstáculos de cada Estado para a implantação do sistema
Na ocasião, os advogados apresentaram os obstáculos de cada Estado para a implantação do sistemaÀ noite, os advogados participaram de jantar com ministros do Superior Tribunal de Justiça, durante o qual se tratou do aviltamento da fixação de honorários advocatícios pelo judiciário.
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