O Ministério Público do Estado do Piauí realizou hoje (02) uma audiência pública com a presença de representantes dos Sindicatos dos Servidores Municipais (Sindserm) e da prefeitura municipal de Teresina para tratar da greve dos servidores, que teve início no último dia 18 de fevereiro.
O promotor de Justiça Fernando Ferreira dos Santos participou da reunião entre as partes para que fosse apresentada uma saída que não prejudicasse a população, que sofre em virtude da grande demanda por serviços considerados essenciais, como a saúde, por exemplo.
Em frente ao prédio do Ministério Público, servidores realizaram manifestação com uma faixa criticando a gestão de Firmino Filho, com os dizeres: "Firmino ditador massacra servidor".
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Imagem: Brunno Suênio/GP1
Audiência
AudiênciaImagem: Brunno Suênio/GP1
Manifestação em frente ao prédio do MPE
Manifestação em frente ao prédio do MPEO promotor de Justiça Fernando Ferreira dos Santos participou da reunião entre as partes para que fosse apresentada uma saída que não prejudicasse a população, que sofre em virtude da grande demanda por serviços considerados essenciais, como a saúde, por exemplo.
Em frente ao prédio do Ministério Público, servidores realizaram manifestação com uma faixa criticando a gestão de Firmino Filho, com os dizeres: "Firmino ditador massacra servidor".
Imagem: Brunno Suênio/GP1
Promotor Fernando Santos
De acordo com o presidente do Sindserm, Sinésio Soares, apesar de a greve ter sido decretada ilegal a prefeitura passou a cortar os pontos daqueles que aderiram ao movimento. “Isso é ilegal, pois em nenhum momento o juiz determinou o corte nos pontos dos servidores, mas somente o pagamento de multa ao sindicato no valor de R$ 1.000,00 ao dia”, finalizou Sinésio Soares.
Promotor Fernando SantosImagem: Brunno Suênio/GP1
Sinésio Soares
De acordo com o secretário de governo municipal, Luciano Nunes, a prefeitura encaminhou à Câmara de Vereadores o projeto de reajuste no valor de 7,97%, que foi aprovado recentemente. “Nós apresentamos o reajuste no valor de 7,97% de acordo com a lei, mas parece que esse movimento tem um cunho político. A prefeitura está com graves problemas financeiros. Mesmo assim, nós vamos conversar com os servidores para discutirmos uma solução”, ressaltou o secretário.
Sinésio SoaresImagem: Brunno Suênio/GP1
Luciano Nunes
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Brunno Suênio
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