O presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Piauí (Sinpolpi), Cristiano Ribeiro, afirmou que os policiais vão continuar com o movimento “Polícia Legal” mesmo após decisão do Tribunal de Justiça de considerar ilegal o movimento.
“Quero reiterar que alguns setores da Secretaria de Segurança estão dizendo que nós estamos em greve e a gente não está em greve. O movimento Polícia Legal é em nome da legalidade, estávamos trabalhando muito mais do que a nossa capacidade, vamos trabalhar agora no limite da lei”, explicou Cristiano durante entrevista à TV Meio Norte.
De acordo com Cristiano, alguns serviços deixam de ser feitos da forma correta por falta de delegado e o policial civil não pode fazer aquilo que não é de sua atribuição. “A sociedade deixa de fazer um boletim de ocorrência por fata de um chefe, que é o delegado de polícia. Quando a pessoa vai fazer um B.O ela quer falar com o delegado, que vai analisar o caso. Nós queremos ver os boletins que foram feitos para saber que inquéritos foram abertos", afirmou.
O presidente do Sindicato também comentou a liminar concedida pelo desembargador Raimundo Nonato da Costa Alencar decretando a ilegalidade do movimento. “O desembargador foi induzido ao erro. A gente realiza o nosso trabalho de acordo com o que o Código de Processo Penal diz”, afirmou.
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“Quero reiterar que alguns setores da Secretaria de Segurança estão dizendo que nós estamos em greve e a gente não está em greve. O movimento Polícia Legal é em nome da legalidade, estávamos trabalhando muito mais do que a nossa capacidade, vamos trabalhar agora no limite da lei”, explicou Cristiano durante entrevista à TV Meio Norte.
Imagem: Brunno Suênio/GP1
Cristiano Ribeiro.
Cristiano Ribeiro.De acordo com Cristiano, alguns serviços deixam de ser feitos da forma correta por falta de delegado e o policial civil não pode fazer aquilo que não é de sua atribuição. “A sociedade deixa de fazer um boletim de ocorrência por fata de um chefe, que é o delegado de polícia. Quando a pessoa vai fazer um B.O ela quer falar com o delegado, que vai analisar o caso. Nós queremos ver os boletins que foram feitos para saber que inquéritos foram abertos", afirmou.
O presidente do Sindicato também comentou a liminar concedida pelo desembargador Raimundo Nonato da Costa Alencar decretando a ilegalidade do movimento. “O desembargador foi induzido ao erro. A gente realiza o nosso trabalho de acordo com o que o Código de Processo Penal diz”, afirmou.
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